Mundo

Polícia de Nova York terá visão de raios X

O dispositivo, com formato de caixa, pode se esconder dentro de um veículo, permitindo aos agentes de polícia escanear discretamente os suspeitos


	Prédios em Nova York: o aparelho mede a radiação terahertz, energia natural emitida por pessoas e objetos.
 (AFP/ Don Emmert)

Prédios em Nova York: o aparelho mede a radiação terahertz, energia natural emitida por pessoas e objetos. (AFP/ Don Emmert)

DR

Da Redação

Publicado em 24 de janeiro de 2013 às 15h46.

Nova York - A polícia de Nova York poderá contar, em breve, com um instrumento de visão de raios X capaz de detectar à distância se uma pessoa está portando uma arma.

O chefe da polícia nova-iorquina, Ray Kelly, afirmou nesta quarta-feira, durante entrevista coletiva, que já estão em fase avançada os testes desta ferramenta, que permite detectar à distância a presença de metais sob a roupa.

O aparelho mede a radiação terahertz, energia natural emitida por pessoas e objetos. "Se há algo que obstrui o fluxo desta radiação, por exemplo uma arma, o dispositivo ressaltará este objeto", disse Kelly.

O dispositivo, com formato de caixa, pode se esconder dentro de um veículo, permitindo aos agentes de polícia escanear discretamente os suspeitos.

Esta ferramenta é vista como uma possível alternativa à controversa tática de detenções e revistas, com que a polícia aborda áreas com altos índices de delinquência.

"Ainda nos falta completar algumas provas, antes de poder determinar qual a melhor forma de implementar esta tecnologia. Mas estamos muito satisfeitos com o progresso que fizemos este ano", afirmou Kelly.

Acompanhe tudo sobre:Países ricosEstados Unidos (EUA)Metrópoles globaisNova Yorkseguranca-digital

Mais de Mundo

Irã propõe suspender atividades nucleares por até 5 anos em negociação com os EUA

Trump diz que poderá focar em Cuba quando guerra contra o Irã for concluída: 'Uma nação em colapso'

Trump diz que Irã entrou em contato com os EUA para nova rodada de negociações

Trump deleta imagem de si mesmo como Jesus após críticas de políticos e grupos conservadores