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Obama pede acordo climático que não divida ricos e pobres

Para o presidente norte-americano, novo acordo precisa incluir fortes compromissos das economias emergentes e superar a divisão entre países ricos e pobres

Barack Obama acena após discurso na cúpula de mudanças climáticas da ONU, em Nova York (Shannon Stapleton/Reuters)

Barack Obama acena após discurso na cúpula de mudanças climáticas da ONU, em Nova York (Shannon Stapleton/Reuters)

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Da Redação

Publicado em 23 de setembro de 2014 às 16h27.

Washington - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse na terça-feira que um novo acordo global sobre mudanças climáticas precisa incluir fortes compromissos das economias emergentes e superar a divisão entre países ricos e pobres que conteve o progresso em negociações na ONU.

Obama falou à cúpula de mudanças climáticas da ONU visando construir um momento político para um acordo global sobre o clima em 2015 e apresentando uma lista de compromissos novos e antigos que seu governo fez para abordá-los.

Ele afirmou que um novo "compacto global" precisa incluir fortes comprometimentos de algumas das economias emergentes do mundo, que irão aumentar a quantidade de gases do efeito estufa emitidos conforme suas economias continuam a crescer.

"Desta vez precisamos de um acordo que reflita as realidades econômicas nas próximas décadas", disse Obama. "E ele deve ser ambicioso, pois é o que a escala desse desafio exige".

Antes de assumir o púlpito, Obama disse ter encontrado o vice-premiê chinês, Zhang Gaoli, e os dois concordaram que os dois principais emissores do mundo "têm uma responsabilidade em liderar".

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