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Número de mortos no Iraque em setembro chega a quase mil

Um total de 979 iraquianos morreram em atos de violência em setembro no Iraque, o que representa um aumento em relação a agosto, diz ONU

Civis em local de atentado no Iraque: entre os mortos, 887 são civis e 92 membros das forças de segurança (Alaa Al-Marjani/Reuters)

Civis em local de atentado no Iraque: entre os mortos, 887 são civis e 92 membros das forças de segurança (Alaa Al-Marjani/Reuters)

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Da Redação

Publicado em 1 de outubro de 2013 às 11h29.

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Bagdá - Um total de 979 iraquianos morreram em atos de violência em setembro no Iraque, o que representa um aumento em relação a agosto (804), informou nesta terça-feira a missão da ONU no país árabe (Unami).

Entre os mortos, 887 são civis e 92 membros das forças de segurança, explicou o organismo por meio de um comunicado. Por províncias, Bagdá foi a mais afetada pela violência, onde 418 civis perderam a vida, seguida por Ninawa, Diyala, Salah ad-Din e Al-Anbar.

O número de feridos em setembro no Iraque foi de 2.133, superando o mês anterior (2.030). O representante da ONU no Iraque, Nickolay Mladenov, fez uma chamada para que "todos os líderes políticos aumentem os esforços para promover um diálogo nacional e uma reconciliação".

O comunicado pediu que os dirigentes políticos, religiosos e civis, assim como os serviços de segurança, trabalhem juntos para acabar com o derramamento de sangue e garantir a proteção de todos os cidadãos.

Ontem, último dia de setembro, 50 pessoas perderam a vida e 177 ficaram feridas em uma série de explosões, a maioria em zonas de predomínio xiita de Bagdá, cuja autoria foi reivindicada pela Al Qaeda.

O mês de julho foi o mais violento no Iraque desde abril de 2008, com 1.057 mortos.

No dia 20 de setembro, a maioria dos líderes e partidos políticos iraquianos assinaram um pacto de "honra e paz social" para tentar deter os ataques e a violência sectária que afeta o país.

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