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Maduro volta a acusar Santos por atentado com drones

No último sábado, o presidente venezuelano fazia um discurso em uma parada militar, quando foi interrompido por explosões

Maduro disse que os autores foram treinados na localidade colombiana de Chinácota, em Norte de Santander (Spencer Platt/Reuters)

Maduro disse que os autores foram treinados na localidade colombiana de Chinácota, em Norte de Santander (Spencer Platt/Reuters)

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AFP

Publicado em 7 de agosto de 2018 às 09h45.

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O líder da Venezuela, Nicolás Maduro, voltou a acusar, nesta segunda-feira, o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, de envolvimento em um atentado com drones carregados de explosivos que teria ocorrido no sábado passado.

Os corpos de segurança "capturaram todos os autores materiais e vamos agora contra os autores intelectuais. Está clara e há provas suficientes da participação do governo da Colômbia, de Juan Manuel Santos", diz Maduro em um vídeo publicado no Twitter por volta da meia-noite (local).

Maduro afirma que os autores detidos foram treinados na localidade colombiana de Chinácota, em Norte de Santander.

"Foram treinados por colombianos estes assassinos, terroristas", declara o presidente no vídeo, ao lado do presidente da Assembleia Constituinte, Diosdado Cabello, e de outros altos funcionários.

No sábado passado, quando Maduro concluía um discurso em uma parada militar, explosões interromperam abruptamente o ato.

O governo afirma que Maduro foi alvo de uma tentativa de "magnicídio" com drones carregando explosivos C4.

Já no sábado, o presidente venezuelano acusou Santos de "estar por trás do ataque".

Santos rejeitou a acusação afirmando que "no sábado estava fazendo coisas mais importantes: batizando minha neta".

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