Mundo

Irã testa míssil de média distância e pode elevar tensão com EUA

O míssil balístico naval Hormuz 2 percorreu 250 quilômetros antes de atingir um alvo flutuante, disse o general Amir Ali Hajizadeh

Irã: o teste ocorreu "nos últimos dias", segundo a Tasnim, mas não estava claro onde o míssil foi disparado (STR/Reuters)

Irã: o teste ocorreu "nos últimos dias", segundo a Tasnim, mas não estava claro onde o míssil foi disparado (STR/Reuters)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 9 de março de 2017 às 16h22.

Priorizar nos meus resultados Google

Teerã - O Irã testou recentemente um míssil balístico de média distância, afirmou nesta quinta-feira o general Amir Ali Hajizadeh, uma autoridade da Guarda Revolucionária Islâmica do país. A novidade pode provocar uma escalada nas tensões entre Teerã e o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Hajizadeh afirmou que o míssil balístico naval Hormuz 2 percorreu 250 quilômetros antes de atingir um alvo flutuante, segundo a agência de notícias semioficial Tasnim.

A Guarda Revolucionária tem como missão salvaguardar o sistema islâmico iraniano e opera de maneira independente do Exército regular do país.

O teste ocorreu "nos últimos dias", segundo a Tasnim, mas não estava claro onde o míssil foi disparado. O modelo Hormuz 2 pode atingir alvos a 300 quilômetros, segundo a agência.

Um teste anterior de míssil de média distância levou Trump a impor novas sanções contra pessoas e companhias ligadas ao programa de mísseis balísticos de Teerã.

As sanções foram acompanhadas da afirmação de que o Irã estava "notificado" por ter disparado o míssil, na primeira ação significativa do novo governo americano para tentar conter o Irã. Fonte: Dow Jones Newswires.

Acompanhe tudo sobre:Estados Unidos (EUA)Testes nuclearesIrã - País

Mais de Mundo

Juiz rejeita ação de US$ 10 bilhões de Trump contra Wall Street Journal

Governo Trump usa 'Thriller' em vídeos de Halloween que debocham de migrantes

Trump descarta encontro com Flávio, mas diz que ele pode ficar nos EUA 'quanto tempo quiser'

Crise habitacional na Europa pode ser oportunidade para o Brasil, diz líder da Câmara Portuguesa