Mundo

Papademos: país precisa de estabilidade ou sacrifícios serão em vão

O primeiro-ministro da Grécia fez o pedido um dia depois das eleições em que os partidos que defendem a austeridade sofreram uma severa derrota

As formações que apoiam as medidas de ajuste impulsionadas pela Europa, a Nova Democracia (ND, direita) e o Pasok (socialista), conseguiram um total de 149 cadeiras das 300 do Parlamento (Getty Images)

As formações que apoiam as medidas de ajuste impulsionadas pela Europa, a Nova Democracia (ND, direita) e o Pasok (socialista), conseguiram um total de 149 cadeiras das 300 do Parlamento (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 7 de maio de 2012 às 11h50.

Atenas - A Grécia necessita de estabilidade para completar suas reformas estruturais neste momento de crise econômica, declarou o primeiro-ministro, Lucas Papademos, nesta segunda-feira, advertindo que, caso contrário, o país poderá perder anos de sacrifícios.

"É muito importante garantir a estabilidade, a confiança e a solidariedade para completar nosso esforço de reativar a economia", disse Papademos, um dia depois das eleições legislativas em que os partidos que defendem a austeridade sofreram uma severa derrota depois de não terem conseguido a maioria dos assentos.

As formações que apoiam as medidas de ajuste impulsionadas pela Europa, a Nova Democracia (ND, direita) e o Pasok (socialista), conseguiram um total de 149 cadeiras das 300 do Parlamento. Ou seja, não têm a maioria necessária para formar um governo de coalizão.

Nesta segunda-feira, a União Europeia pediu que o novo governo grego, que será formado nos próximos dias, respeite os compromissos assumidos pelo país com Bruxelas em troca de um gigantesco plano de resgate.

Acompanhe tudo sobre:EuropaPiigsCrise econômicaGréciaCrise gregaEleições

Mais de Mundo

Qual é o argumento de Maduro para questionar prisão nos EUA?

EUA assinam acordo de cooperação nuclear com Arábia Saudita

Áustria inaugura delegacia na casa de Adolf Hitler para afastar neonazistas

Nicarágua quer acabar com as eleições de vez; Parlamento votará lei contra oposição