Mundo

Furacão Matthew é rebaixado a ciclone pós-tropical

Furacão causou dez mortes nos Estados Unidos e centenas mais no Haiti.


	Passagem do furacão Matthew na Flórida: dez mortos nos Estados Unidos e centenas mais no Haiti
 (Phelan Ebenhack / Reuters)

Passagem do furacão Matthew na Flórida: dez mortos nos Estados Unidos e centenas mais no Haiti (Phelan Ebenhack / Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 9 de outubro de 2016 às 10h28.

Wilmington  O furacão Matthew foi rebaixado para a categoria de ciclone pós-tropical nesta manhã de domingo, depois de causar dez mortes nos Estados Unidos e centenas mais no Haiti.

Na Carolina do Norte, um dilúvio inundou residências e imóveis comerciais e dezenas de pessoas que corriam risco de vida tiveram de ser resgatadas de seus automóveis. As autoridades alertaram as pessoas ontem à noite a evitarem as estradas até que a tempestade passasse.

Apesar de a velocidade dos ventos do furacão ter recuado consideravelmente quando atingiu o sudeste da costa dos Estados Unidos, a tempestade ainda vai ser lembrada como um dos mais potentes furacões já registrados, com base em fatores como a força dos ventos e a duração.

Quatro mortes foram causadas pela tempestade na Flórida, três na Geórgia e três em Carolina do Norte. As mortes incluíram um casal de idosos e duas mulheres envolvidas em acidente diante da queda de árvores.

A empresa de dados CoreLogic projetou que a tempestade pode causar entre US$ 4 bilhões e US$ 6 bilhões em perdas seguradas envolvendo propriedades comerciais e residenciais, ante o prejuízo causado pelo furacão Katrina, de US$ 40 bilhões, e pela tempestade Sandy, de US$ 20 bilhões.

Acompanhe tudo sobre:Países ricosEstados Unidos (EUA)FuracõesHaiti

Mais de Mundo

Trump publica artigo que classifica as eleições do Brasil como ‘próximo teste’ para sua influência

Cidade do México barra venda de álcool durante jogo contra a Tchéquia pela Copa do Mundo

Líbano e Israel começam a quinta rodada de negociações para cessar-fogo

'Nenhum país tem permissão para cobrar pedágios' em Ormuz, diz Marco Rubio