Mundo

EUA pedem missão da ONU na Síria sobre armas químicas

França e Grã Bretanha também apoiaram o pedido


	Sírio fotografado através de buraco em barreira de metal na cidade de Maarat al-Numan: o governo sírio pediu ontem a Ban Ki-moon que abra uma investigação oficial
 (Bulent Kilic/AFP)

Sírio fotografado através de buraco em barreira de metal na cidade de Maarat al-Numan: o governo sírio pediu ontem a Ban Ki-moon que abra uma investigação oficial (Bulent Kilic/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 21 de março de 2013 às 10h02.

Nova York - Estados Unidos, França e Grã-Bretanha pretendem pedir ao secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, o envio à Síria de uma missão para verificar as acusações sobre a utilização de armas químicas, informaram nesta quarta-feira fontes diplomáticas.

Segundo o embaixador francês na ONU, Gérard Araud, o objetivo é "fazer um estudo em todo o território (sírio) para esclarecer todas as acusações" por parte de Damasco e da oposição.

Ambas as partes se acusam mutuamente de empregar armas químicas, apesar de a Rússia, aliada da Síria, insistir na reunião do Conselho de Segurança da ONU que apenas se deve investigar as acusações do governo.

O governo sírio pediu nesta quarta-feira a Ban Ki-moon que abra uma investigação oficial. "Espero que o secretário-geral responda rápido a esta demanda", disse à imprensa o embaixador russo da ONU, Vitali Churkin, que preside em março o Conselho de Segurança.

O porta-voz de Ban Ki-moon, Martin Nesirky, garantiu que a petição síria "está sendo estudada".

A oposição síria acusa o regime do presidente Bashar al Assad de usar armas químicas em um ataque perpetrado em Khan al-Assal, na província de Aleppo, onde faleceram 31 pessoas, e outro próximo a Damasco

Acompanhe tudo sobre:Países ricosEstados Unidos (EUA)EuropaFrançaReino UnidoSíriaArmasONU

Mais de Mundo

Passagem de Rafah é reaberta para circulação de residentes entre Gaza e Egito

Rússia confirma nova rodada de negociações com Ucrânia e EUA em Abu Dhabi

A renda subiu, os assassinatos também: o que levou Costa Rica a eleger linha dura

Laura Fernández: quem é a nova presidente 'linha dura' da Costa Rica