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EUA cogitam treinar iraquianos para ataques aéreos contra EI

O primeiro-ministro iraquiano convocou o governo de Barack Obama a acelerar as missões de ataque contra os jihadistas

Soldado iraquiano: a coalizão liderada pelos Estados Unidos realizou cerca de 3.000 ataques aéreos no Iraque desde setembro na luta contra os militantes do grupo extremista Estado Islâmico (AFP/ Ahmad Al-Rubaye)
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Da Redação

Publicado em 23 de abril de 2015 às 17h46.

Washington - Washington está trabalhando com líderes iraquianos para aperfeiçoar operações militares contra os militantes islâmicos e está pensando em treinar equipes locais para realizar elas mesmas os ataques aéreos americanos, declararam autoridades americanas nesta quinta-feira.

Durante uma visita a Washington na semana passada, o primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi, convocou o governo de Barack Obama a acelerar as missões de ataque contra os jihadistas, afirmando que há um atraso entre o momento em que as forças iraquianas identificavam um alvo e o posterior ataque aéreo americano.

"A única coisa que querem é diminuir o tempo entre o pedido de um ataque e o ataque", disse uma autoridade de alto escalão do Departamento de Estado a jornalistas.

"Embora seja bastante rápido, não é imediato", explicou.

A coalizão liderada pelos Estados Unidos realizou cerca de 3.000 ataques aéreos no Iraque desde setembro na luta contra os militantes do grupo extremista Estado Islâmico (EI) que tomaram à força uma faixa do território iraquiano e sírio em junho.

Além disso, a mesma fonte indicou que a administração está buscando a melhor forma de fortalecer a coordenação com os iraquianos mediante a formação de controladores de ataque terminal conjunto (JTAC, em inglês), que são os responsáveis por designar alvos nas operações aéreas.

"Isso pode incluir outros aspectos, como treinar controladores iraquianos das forças especiais do Iraque. Trabalhamos com estas pessoas por muitos anos", disse.

Em sua maior vitória até a data, as forças de segurança iraquianas recuperaram a cidade de Tikrit das mãos do EI no mês passado. Mas também ficou em evidência a complexidade de recuperar áreas urbanas, onde os jihadistas produziram armadilhas, incluindo caminhões-bomba gigantes

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"A única coisa que querem é diminuir o tempo entre o pedido de um ataque e o ataque", disse uma autoridade de alto escalão do Departamento de Estado a jornalistas.

"Embora seja bastante rápido, não é imediato", explicou.

A coalizão liderada pelos Estados Unidos realizou cerca de 3.000 ataques aéreos no Iraque desde setembro na luta contra os militantes do grupo extremista Estado Islâmico (EI) que tomaram à força uma faixa do território iraquiano e sírio em junho.

Além disso, a mesma fonte indicou que a administração está buscando a melhor forma de fortalecer a coordenação com os iraquianos mediante a formação de controladores de ataque terminal conjunto (JTAC, em inglês), que são os responsáveis por designar alvos nas operações aéreas.

"Isso pode incluir outros aspectos, como treinar controladores iraquianos das forças especiais do Iraque. Trabalhamos com estas pessoas por muitos anos", disse.

Em sua maior vitória até a data, as forças de segurança iraquianas recuperaram a cidade de Tikrit das mãos do EI no mês passado. Mas também ficou em evidência a complexidade de recuperar áreas urbanas, onde os jihadistas produziram armadilhas, incluindo caminhões-bomba gigantes

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