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Especialistas não conseguem ir a local da queda do MH17

Holandeses e australianos não conseguiram chegar nesta segunda-feira ao local da queda do avião da Malaysia Airlines em razão das explosões e confrontos


	Homenagens às vítimas do voo MH17: 26 especialistas holandeses e 11 australianos retornaram para Donetsk
 (Graham Denholm / Getty Images)

Homenagens às vítimas do voo MH17: 26 especialistas holandeses e 11 australianos retornaram para Donetsk (Graham Denholm / Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 28 de julho de 2014 às 09h58.

Amsterdã - Pelo terceiro dia consecutivo, especialistas forenses holandeses e australianos não conseguiram chegar nesta segunda-feira ao local da queda do avião da Malaysia Airlines em razão das explosões e confrontos na região do leste ucraniano, informou o governo da Holanda.

O grupo não pôde chegar ao local com segurança e deu meia-volta, disse o porta-voz Jean Fransman. Os 26 especialistas holandeses e 11 australianos retornaram para Donetsk.

No final de semana, os combates nas proximidades do local da queda do Boeing que fazia o voo MH17 forçaram os investigadores a cancelar os planos de visitar a região, atrasando ainda mais os esforços para recuperar os corpos que estão no local desde 17 de julho.

No domingo, o primeiro-ministro Mark Rutte disse que a Holanda não vai tentar enviar uma missão militar para o leste da Ucrânia para fazer a segurança do local da queda porque isso poderia desestabilizar ainda mais a região. Em vez disso, a Holanda prepara o envio de mais grupos de especialistas forenses e policiais desarmados.

O ministro de Relações Exteriores da Holanda, Frans Timmermans, e sua homóloga australiana, Julie Bishop, estavam em Kiev nesta segunda-feira tentando garantir um acordo com o Parlamento ucraniano para o envio de guardas armados para o local da queda da aeronave.

Os dois ministros se reuniram com o presidente Petro Poroshenko, com o primeiro-ministro interino Volodymyr Groysman e representantes da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), dentre outras autoridades, disse um porta-voz de Timmermans.

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