Mundo

Dois americanos, pai e filho, morreram no atentado de Nice

O jornal texano "Austin Statesman" confirmou que ambos morreram junto com outras 82 pessoas durante o massacre


	Nice: Pai e filho tinham iniciado suas férias de verão em Pamplona e Barcelona (Espanha)
 (VALERY HACHE/AFP)

Nice: Pai e filho tinham iniciado suas férias de verão em Pamplona e Barcelona (Espanha) (VALERY HACHE/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 15 de julho de 2016 às 11h53.

Washington - Os americanos Sean Copeland, de 51 anos, e seu filho Brodie, de 11, foram identificados nesta sexta-feira como duas das vítimas do ataque de quinta-feira durante as celebrações do Dia da Bastilha em Nice, na França, que causou 84 mortos.

O jornal texano "Austin Statesman" confirmou que ambos morreram junto com outras 82 pessoas durante o massacre realizado por um homem de origem tunisiana que dirigiu um caminhão durante dois quilômetros atropelando a multidão que se reunia no Passeio dos Ingleses, na orla marítima da cidade.

"Estamos destroçados e em choque pela perda de Brodie Copeland, um filho incrível e um irmão que alegrava nossas vidas, e de Sean Copeland, um grande pai e marido", declarou em comunicado a família, radicada na região de Austin (Texas).

Pai e filho tinham iniciado suas férias de verão em Pamplona e Barcelona (Espanha) e estavam na Riviera Francesa para comemorar o Dia da Bastilha, festa nacional na França.

O Departamento de Estado dos EUA confirmou, sem revelar identidades por respeito à privacidade, que dois americanos morreram no ataque de Nice, que também deixou uma centena de feridos de diversa consideração.

Segundo um familiar compartilhou no Facebook, os Copeland estavam em Nice comemorando um aniversário.

"Perder um ente querido é duro sem importar as circunstâncias, mas perder um ente querido em uma tragédia como esta e de um modo inesperado é insuportável", afirmou Haley Copeland, outra familiar, na rede social.

Brodie Copeland era um dedicado jogador de beisebol e seu pai, que trabalhava em uma empresa de tecnologia, ajudava algumas vezes como técnico de crianças.

Acompanhe tudo sobre:TerrorismoAtaques terroristasPaíses ricosEstados Unidos (EUA)EuropaFrançaMortes

Mais de Mundo

Trump reitera que EUA não permitirão que China assuma controle do Canal do Panamá

Trump diz que Cuba está se aproximando da órbita dos Estados Unidos

EUA afirmam que retorno de María Corina à Venezuela pode 'atrapalhar' ajuda às vítimas de terremoto

França anuncia fim da exigência de visto para brasileiros entrarem na Guiana Francesa