Mundo

Cresce venda de automóveis na Argentina

Para representante do setor, demanda segue forte e 2011 será melhor que 2010

Crescimento estaria vinculado à oferta de novas fontes de financiamento (Getty Images)

Crescimento estaria vinculado à oferta de novas fontes de financiamento (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 13 de março de 2011 às 17h54.

Brasília - O acumulado dos primeiros meses de 2011 mostra que o mercado automobilístico argentino cresceu 23,96%, com a venda de 284.151 unidades, de acordo com dados divulgados pela da Câmara de Comércio Automotivo (CCA) e divulgados pela agência de notícias Telam.

Diante desses resultados, o presidente da CCA, Alberto Príncipe, destacou que o número de unidades vendidas em janeiro e fevereiro mostra que a demanda sobre o mercado de automóveis segue forte. Ele estima que 2011 será melhor para o setor que 2010.

O empresário disse que o crescimento das vendas está vinculado à oferta de novas fontes de financiamento, uma antiga reivindicação do setor. “É importante dizer que nesses primeiros meses do ano somaram-se novos bancos que oferecem linhas de créditos para a compra de automóveis usados.”

O informe mensal da Câmara de Comércio argentina adverte, no entanto, que houve uma queda de 4,48% nas vendas de automóveis, no país, quando se comparam as compras feitas em janeiro - 145.332 unidades - com as de fevereiro.

Alberto Príncipe, no entanto, atenuou esse resultado. Segundo ele, fevereiro é um mês em que, geralmente, a venda de automóveis se mantém estável. O empresário acrescentou que se surpreendeu que a queda tenha sido apenas de 4,48%, “o melhor resultado do segundo mês dos últimos dez anos”.

Acompanhe tudo sobre:Indústrias em geralAmérica LatinaAutoindústriaIndústriaArgentina

Mais de Mundo

Fifa monitora surto de Ebola no Congo antes da Copa do Mundo 2026

Irã ameaça ampliar guerra para além do Oriente Médio após Trump cogitar novos ataques

AIEA alerta para risco de liberação radioativa em ataques a usinas nucleares

Disputa por Taiwan pode voltar a tensionar relação entre China e EUA