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Combates nas Filipinas matam seis integrantes do Abu Sayyaf

O presidente das Filipinas ordenou na quarta-feira passada aos corpos de segurança que destruam Abu Sayyaf, depois que o grupo decapitou um filipino de 18 anos


	Abu Sayyaf: os enfrentamentos ocorreram na cidade de Patikul, na sulina ilha de Jolo
 (Romeo Gacad/AFP)

Abu Sayyaf: os enfrentamentos ocorreram na cidade de Patikul, na sulina ilha de Jolo (Romeo Gacad/AFP)

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Da Redação

Publicado em 26 de agosto de 2016 às 10h03.

Bangcoc - Seis combatentes de Abu Sayyaf morreram e 17 soldados ficaram feridos nos enfrentamentos ocorridos nesta sexta-feira no sul das Filipinas entre este grupo partidário do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) e o Exército.

"Entre os mortos de Abu Sayyaf está o subcomandante Mohammad Said (conhecido como Amah Maas), que tinha cinco ordens de detenção por assassinato. Está envolvido nos sequestros de Samal e as mortes de dois canadenses", disse o Comando de Mindanao Ocidental em uma nota citada pelo meio "Mindanao Examiner".

Os enfrentamentos ocorreram na cidade de Patikul, na sulina ilha de Jolo.

Os canadenses assassinados são John Ridsdel, decapitado em abril depois que expirou o prazo que Abu Sayyaf deu para o resgate para sua libertação, e Robert Hall, decapitado pela mesma razão em junho.

Ridsdel, Hall, o norueguês Kjartan Sekkingstad e a filipina Flor Marites foram sequestrados em 21 de setembro de 2015 em um complexo hoteleiro da ilha de Samal, em Mindanao (sul).

Abu Sayyaf libertou Marites em junho, poucos dias após assassinar Hall, e mantém retido o norueguês, além de um japonês, nove indonésios e cinco malaios capturados em outras operações.

O presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, ordenou na quarta-feira passada aos corpos de segurança que destruam Abu Sayyaf, depois que o grupo decapitou, pelas mesmas razões que os canadenses, um filipino de 18 anos que capturou em julho em Jolo. 

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