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Câmara pede a Rússia que brasileira responda em liberdade

Ana Paula, que é bióloga e militante do Greenpeace, foi detida em Murmansk, no Norte da Rússia, no dia 18 de setembro. No total, 30 pessoas foram presas

Barco "Artic Sunrise", do Greenpeace: ativistas estavam no local para protestar contra a estatal russa Gasprom, que tem planos de explorar petróleo no Ártico (Getty Images)
DR

Da Redação

Publicado em 9 de outubro de 2013 às 16h08.

Brasília - A Comissão de Relações Exteriores da Câmara vai encaminhar ao governo russo pedido para que a brasileira Ana Paula Maciel – presa durante um protesto do Greenpeace contra a exploração de petróleo no Ártico e acusada de pirataria – responda ao processo em liberdade.

O requerimento, de autoria do deputado Henrique Fontana (PT-RS), foi aprovado hoje (9).

O pedido será encaminhado à Embaixada da Rússia em Brasília. Ana Paula, que é bióloga e militante do Greenpeace, foi detida em Murmansk, no Norte da Rússia, no dia 18 de setembro. No total, 30 pessoas foram presas.

Os ativistas eram tripulantes do navio quebra-gelo Arctic Sunrise. Eles estavam no local para protestar contra a estatal russa Gasprom, que tem planos de explorar petróleo no Ártico.

Os ativistas foram presos ao tentar escalar a plataforma Prirazlomnaya, que é a primeira em alto-mar na região e, segundo a organização, tem previsão para começar a operar no próximo ano.

Ainda hoje, representantes da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos vão coletar assinaturas para reforçar o pedido de libertação da bióloga brasileira.

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O pedido será encaminhado à Embaixada da Rússia em Brasília. Ana Paula, que é bióloga e militante do Greenpeace, foi detida em Murmansk, no Norte da Rússia, no dia 18 de setembro. No total, 30 pessoas foram presas.

Os ativistas eram tripulantes do navio quebra-gelo Arctic Sunrise. Eles estavam no local para protestar contra a estatal russa Gasprom, que tem planos de explorar petróleo no Ártico.

Os ativistas foram presos ao tentar escalar a plataforma Prirazlomnaya, que é a primeira em alto-mar na região e, segundo a organização, tem previsão para começar a operar no próximo ano.

Ainda hoje, representantes da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos vão coletar assinaturas para reforçar o pedido de libertação da bióloga brasileira.

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