Exame Logo

Breivik poderá receber visitas na prisão a partir desta terça-feira

A Polícia norueguesa considera que as visitas não interferirão no desenvolvimento da investigação

Autor dos atentados que deixaram 77 mortos no país, Breivik acredita que foi designado para decidir quem deve viver e quem não deve e para salvar a humanidade (Getty Images)
DR

Da Redação

Publicado em 10 de janeiro de 2012 às 11h33.

Copenhague - O ultradireitista norueguês Anders Behring Breivik, autor confesso do duplo atentado de 22 de julho na Noruega , poderá receber visitas na prisão de Ila a partir desta terça-feira, já que chegou ao fim a proibição vigente há cinco meses.

A Polícia norueguesa se recusou há poucos dias a pedir aos tribunais o prolongamento da proibição, que terminou nesta meia-noite, ao considerar que as visitas não interferirão no desenvolvimento da investigação.

Mas a direção da penitenciária onde Breivik está em prisão preventiva, que assumiu a responsabilidade sobre as visitas e as comunicações, já advertiu que por estar submetido a um regime de segurança máxima serão tomadas medidas especiais de controle.

Como os demais réus, Breivik só poderá receber uma visita semanal, mas no seu caso haverá um controle dos visitantes, os encontros acontecerão em uma sala com uma parede de vidro e na presença de um funcionário e as conversas gravadas.

Inicialmente, Breivik se mostrou favorável a receber visitas, mas em seu último encontro há poucos dias com seus advogados mudou de opinião e afirmou que quer concentrar seus esforços no julgamento, previsto para começar em 16 de abril.

'Ele quer ter a oportunidade de estudar todas as solicitações que chegarem, mas em princípio não deseja visitas', disse Vibeke Hein Baera, uma de suas advogadas.

A direção do presídio de Ila, a oeste de Oslo, assumirá ainda a partir desta terça-feira a responsabilidade sobre as cartas enviadas a Breivik, que há um mês já pode ler jornais, escutar rádio e ver televisão.

Breivik detonou em 22 de julho um carro-bomba no complexo governamental de Oslo, onde morreram oito pessoas, e logo depois se dirigiu à ilha de Utoeya, a 45 quilômetros da capital, onde disparou indiscriminadamente e matou outras 69 pessoas.

A maioria das vítimas de Utoeya participava do acampamento da Juventude Trabalhista.

Veja também

Copenhague - O ultradireitista norueguês Anders Behring Breivik, autor confesso do duplo atentado de 22 de julho na Noruega , poderá receber visitas na prisão de Ila a partir desta terça-feira, já que chegou ao fim a proibição vigente há cinco meses.

A Polícia norueguesa se recusou há poucos dias a pedir aos tribunais o prolongamento da proibição, que terminou nesta meia-noite, ao considerar que as visitas não interferirão no desenvolvimento da investigação.

Mas a direção da penitenciária onde Breivik está em prisão preventiva, que assumiu a responsabilidade sobre as visitas e as comunicações, já advertiu que por estar submetido a um regime de segurança máxima serão tomadas medidas especiais de controle.

Como os demais réus, Breivik só poderá receber uma visita semanal, mas no seu caso haverá um controle dos visitantes, os encontros acontecerão em uma sala com uma parede de vidro e na presença de um funcionário e as conversas gravadas.

Inicialmente, Breivik se mostrou favorável a receber visitas, mas em seu último encontro há poucos dias com seus advogados mudou de opinião e afirmou que quer concentrar seus esforços no julgamento, previsto para começar em 16 de abril.

'Ele quer ter a oportunidade de estudar todas as solicitações que chegarem, mas em princípio não deseja visitas', disse Vibeke Hein Baera, uma de suas advogadas.

A direção do presídio de Ila, a oeste de Oslo, assumirá ainda a partir desta terça-feira a responsabilidade sobre as cartas enviadas a Breivik, que há um mês já pode ler jornais, escutar rádio e ver televisão.

Breivik detonou em 22 de julho um carro-bomba no complexo governamental de Oslo, onde morreram oito pessoas, e logo depois se dirigiu à ilha de Utoeya, a 45 quilômetros da capital, onde disparou indiscriminadamente e matou outras 69 pessoas.

A maioria das vítimas de Utoeya participava do acampamento da Juventude Trabalhista.

Acompanhe tudo sobre:CrimeEuropaJustiçaNoruegaPaíses ricosPrisõesTerrorismo

Mais lidas

exame no whatsapp

Receba as noticias da Exame no seu WhatsApp

Inscreva-se

Mais de Mundo

Mais na Exame