Mundo

Boris Johnson tem plano para 35 milhões de britânicos entrarem em forma

Objetivo do programa é incentivar que mais da metade da população do Reino Unido perca peso e viva de forma mais saudável em tempos de pandemia

Boris Johnson: coronavírus mostrou a importância de controlar o peso (Hannah Mckay/Reuters)

Boris Johnson: coronavírus mostrou a importância de controlar o peso (Hannah Mckay/Reuters)

A

AFP

Publicado em 26 de julho de 2020 às 12h45.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, deve anunciar na segunda-feira (27) um grande plano de luta contra o sobrepeso no Reino Unido, após a divulgação de um estudo que destaca a obesidade como fator agravante do novo coronavírus. "A covid-19 nos lembrou dos riscos imediatos e de longo prazo do excesso de peso", disse um porta-voz do governo neste domingo (26).

"Vamos pedir aos cidadãos que aproveitem esse momento para refletir sobre seu modo de vida e adotarem medidas simples para perder peso, viver de forma saudável e reduzir a pressão sobre o NHS [o serviço de saúde pública britânico]", completou o porta-voz.

Com um financiamento de 10 milhões de libras (cerca de 66,5 milhões de reais), segundo o jornal The Guardian, o plano denominado "Em melhor saúde" tem como objetivo ajudar 35 milhões de pessoas - mais da metade da população do país - a perder peso e a viver de forma mais saudável.

Entre as medidas esperadas estão, segundo a imprensa local, a proibição total de publicidade on-line de alimentos não saudáveis e antes das 21h na televisão; a obrigação de restaurantes e de locais que entregam comida de tornarem público o número de calorias de suas refeições; ou ainda que as lojas façam o mesmo em suas garrafas de bebida alcoólica.

Acompanhe tudo sobre:Reino UnidoObesidadeBoris JohnsonCoronavírus

Mais de Mundo

EUA usaram IA em operação que capturou Nicolás Maduro, diz jornal

Em Munique, Rubio afirma que EUA querem 'uma Europa mais forte'

Principal opositor de Putin foi morto por veneno raro encontrado em rã, dizem europeus

Parentes de presos políticos começam greve de fome na Venezuela