Mundo

Bebê chinês que ficou preso em cano deixa hospital

O recém-nascido chinês encontrado preso em um encanamento de esgoto teve alta cinco dias após internado. Polícia não irá apresentar denúncia contra a mãe

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 30 de maio de 2013 às 10h19.

O recém-nascido chinês preso acidentalmente em um encanamento de esgoto depois que sua mãe deu à luz em um banheiro recebeu alta médica cinco dias após o incidente, informaram nesta quinta-feira meios de comunicação estatais.

O bebê nascido em Jinhua, na província de Zhejiang (leste), "deixou o hospital na noite de quarta-feira com seus familiares", indicou a agência de notícias oficial Xinhua.

Sua mãe, avós e o suposto pai, que planeja se submeter a um teste de paternidade, cuidarão dele, acrescentou a agência citando autoridades locais.

O caso do bebê, chamado pelas enfermeiras de "Bebê Nº 59", pelo número de sua incubadora, despertou interesse no mundo inteiro.

A mãe, de 22 anos e solteira, ocultou sua gravidez e deu à luz de maneira inesperada quando estava em um banheiro turco no sábado, onde o recém-nascido caiu e ficou preso em um encanamento de 10 centímetros de diâmetro.

Os serviços de resgate levaram uma hora para cortar o cano, utilizando serras e outros equipamentos para retirar o bebê.

O menino de 2,3 quilos permaneceu preso de duas a três horas e sofreu alguns cortes no rosto e nas extremidades. Depois de ser libertado, foi levado imediatamente ao hospital e colocado em uma incubadora.

"Nossas investigações mostram que foi um acidente", disse à AFP um oficial da polícia local, que pediu o anonimato, e confirmou que não serão apresentadas acusações contra a mãe.

A mãe "tentou agarrar o recém-nascido antes que ele caísse, mas seu corpo era muito escorregadio", disse a Xinhua, citando fontes policiais.

Acompanhe tudo sobre:ÁsiaChinaBebês

Mais de Mundo

Tumba de 3.000 anos é descoberta no sul do Egito

EUA iniciam nova rodada de ataques ao Irã neste domingo

Incêndio em casa noturna na Tailândia mata ao menos 27 pessoas

Mortes em terremotos na Venezuela sobem para 4.490