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Aviação síria bombardeia cidade rebelde de Raqa

Os ataques aéreos são a principal vantagem das forças governamentais no conflito contra os rebeldes

Rebelde sírio em combate com forças do regime em Alepo: os insurgentes se beneficiam, no entanto, do desgaste das forças oficiais (Stephen J. Boitano/AFP)
DR

Da Redação

Publicado em 7 de março de 2013 às 09h15.

Beirute - A aviação síria bombardeou nesta quinta-feira a cidade de Raqa, na região norte do país e primeira capital provincial conquistada pelos rebeldes desde o início do conflito, informou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

Os ataques aéreos são a principal vantagem das forças governamentais no conflito contra os rebeldes, prestes a completar dois anos. Os insurgentes se beneficiam, no entanto, do desgaste das forças oficiais, mobilizadas em todo o território sírio.

A cidade, próxima da fronteira com a Turquia, está desde quarta-feira sob controle dos rebelde, que sequestraram na segunda-feira o governador e assumiram o controle da sede dos serviços de inteligência militar, um dos centros de detenção na província de Raqa, segundo o OSDH.

No edifício, os insurgentes hastearam a bandeira da Frente Jihadista Al-Nosra, cada vez mais influente no local.

"Centenas de milicianos pró-regime e de soldados se renderam aos rebeldes na cidade", segundo o OSDH, que tem pelo destino dos oficiais.

A cidade de Homs também era cenário de bombardeios no bairro rebelde de Khaldiyeh, que as forças do regime tentam retomar há meses, além de combate.

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Beirute - A aviação síria bombardeou nesta quinta-feira a cidade de Raqa, na região norte do país e primeira capital provincial conquistada pelos rebeldes desde o início do conflito, informou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

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A cidade, próxima da fronteira com a Turquia, está desde quarta-feira sob controle dos rebelde, que sequestraram na segunda-feira o governador e assumiram o controle da sede dos serviços de inteligência militar, um dos centros de detenção na província de Raqa, segundo o OSDH.

No edifício, os insurgentes hastearam a bandeira da Frente Jihadista Al-Nosra, cada vez mais influente no local.

"Centenas de milicianos pró-regime e de soldados se renderam aos rebeldes na cidade", segundo o OSDH, que tem pelo destino dos oficiais.

A cidade de Homs também era cenário de bombardeios no bairro rebelde de Khaldiyeh, que as forças do regime tentam retomar há meses, além de combate.

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