Mundo

Artilharia destrói parte de coluna de blindados russos

Porta-voz militar ucraniano disse que forças da Ucrânia monitoraram uma coluna russa de blindados assim que entrou em solo ucraniano


	Exército ucraniano: "Ações apropriadas foram tomadas e parte dela (coluna de blindados) não existe mais", disse porta-voz militar
 (Genya Savilov/AFP)

Exército ucraniano: "Ações apropriadas foram tomadas e parte dela (coluna de blindados) não existe mais", disse porta-voz militar (Genya Savilov/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 15 de agosto de 2014 às 12h56.

Priorizar nos meus resultados Google

Kiev - Artilharia ucraniana destruiu parte "significativa" de uma coluna de blindados russos que atravessou a fronteira da Ucrânia durante a noite, disse o presidente Petro Poroshenko ao primeiro-ministro britânico, David Cameron, nesta sexta-feira, de acordo com o site da Presidência.

Separadamente, um porta-voz militar ucraniano disse que forças da Ucrânia monitoraram uma coluna russa de blindados assim que entrou em solo ucraniano.

"Ações apropriadas foram tomadas e parte dela (coluna de blindados) não existe mais", disse o porta-voz militar Andriy Lysenko a jornalistas.

O site de Poroshenko disse que o presidente da Ucrânia e Cameron discutiram a situação por telefone após reportagens na imprensa britânica terem informado que uma coluna de blindados russos havia entrado em território ucraniano.

"O presidente disse que essa informação era confiável e confirmou, porque uma parte significativa deste equipamento foi destruída à noite pela artilharia ucraniana", disse o site.

Lysenko afirmou que a situação na zona de conflito está cada vez mais tensa, e forças ucranianas, que enfrentam separatistas pró-Rússia, também sofreram disparos de artilharia a partir do território russo.

Acompanhe tudo sobre:ÁsiaEuropaRússiaCrise políticaUcrânia

Mais de Mundo

Mais de 300 mil empresas chinesas já negociam com países do BRICS

Rússia volta a atacar Kiev após pausa para negociação de Trump

Estudar com IA piora as notas dos alunos, aponta relatório da OCDE

Ladrões roubam obras de Renoir avaliadas em R$ 53 milhões na França