Mundo

Alasca deve votar sobre legalização da maconha este ano

Uma campanha para regular a maconha tal como o álcool obteve mais de 30 mil assinaturas, o suficiente para incluir uma petição nas eleições


	Maconha: uma pesquisa sinalizou que 54% dos eleitores do Alasca apoiariam a legalização
 (Desiree Martin/AFP)

Maconha: uma pesquisa sinalizou que 54% dos eleitores do Alasca apoiariam a legalização (Desiree Martin/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 5 de fevereiro de 2014 às 07h00.

Priorizar nos meus resultados Google

Nova York - Eleitores do Alasca provavelmente terão de decidir sobre a legalização da maconha neste ano. Autoridades responsáveis pelas eleições do estado disseram que uma campanha para regular a maconha tal como o álcool obteve mais de 30 mil assinaturas, o suficiente para incluir uma petição sobre a legalização nas cédulas de votação.

O vice-governador ainda tem que oficialmente certificar a medida, mas o número de assinaturas significa que a legalização da maconha provavelmente estará nas cédulas de votação em 19 de agosto. Se aprovada, Alasca será o terceiro estado norte-americano a permitir que qualquer cidadão com mais de 21 anos compre maconha.

"Nós acreditamos que os números refletem o que nós temos ouvido dos cidadãos", disse Taylor Bickford, porta-voz da Campanha do Alasca para Regular a Maconha. "Os eleitores do estado acreditam que a proibição da maconha falhou e agora é hora de uma abordagem mais sensível", afirmou.

O estado do Alasca já permite o uso da maconha para fins medicinais. Uma pesquisa conduzida em 2013 pela Public Policy Polling sinalizou que 54% dos eleitores do Alasca apoiariam a legalização. Fonte: Associated Press.

Acompanhe tudo sobre:Países ricosEstados Unidos (EUA)LegislaçãoMaconha

Mais de Mundo

Terras raras, estabilidade e economia: o que esperar do encontro entre Trump e Xi Jinping

Déjà Vu? IA começa a repetir dilemas familiares que marcaram a globalização, diz estudo

Assembleia Geral da ONU terá 71 chefes de Estado e 45 de governo; veja o que esperar

Lula e Bernie Sanders: multilateralismo, governança da IA e o SUS na conversa em Nova York