Mundo

AIEA confirma retomada des negociação com o Irã

As conversas sobre o polêmico programa nuclear do país serão retomadas no dia 13 de dezembro


	AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) está reunida em Viena: o Irã nega a acusação de que seu programa nuclear teria dimensão militar
 (Alexander Klein/AFP)

AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) está reunida em Viena: o Irã nega a acusação de que seu programa nuclear teria dimensão militar (Alexander Klein/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 9 de novembro de 2012 às 12h34.

Viena - A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) vai retomar as negociações com o Irã sobre o polêmico programa nuclear do país no dia 13 de dezembro em Teerã, anunciou um porta-voz da agência nesta sexta-feira.

"A AIEA e o Irã concordaram em realizar novas negociações em Teerã no dia 13 de dezembro", declarou o porta-voz Gill Tudor, em um e-mail à AFP, confirmando informações de uma fonte diplomática.

"O objetivo é concluir uma aproximação estruturada para resolver as questões pendentes em relação ao programa nuclear do Irã", acrescentou.

A AIEA busca conseguir de Teerã uma cooperação maior para esclarecer as questões relacionadas a uma possível dimensão militar do seu programa nuclear, o que o Irã nega.

A agência deseja ter acesso às instalações militares de Parchin, próximo a Teerã, onde há suspeitas de que as autoridades realizem simulações de explosões nucleares.

Várias reuniões desde o início de 2012, e até mesmo uma visita do secretário-geral da Agência, Yukiya Amano, em Teerã, em maio, não conseguiram permitir que as duas partes chegassem a um acordo.

As últimas consultas formais entre os dois lados foram em 24 de agosto.

Acompanhe tudo sobre:InfraestruturaÁsiaEnergiaIrã - PaísEnergia nuclearAIEA

Mais de Mundo

Veja a lista dos convidados de Trump para o 'Conselho de Paz para Gaza'

França rejeita integrar 'Conselho de Paz para Gaza' com condições atuais de Trump

Presidente eleito do Chile enfrenta crise de incêndios florestais, que deixaram 19 mortos

Premiê alemão diz que UE pode impor tarifas recíprocas aos EUA se necessário