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Agredir policial será crime de ódio na Louisiana

Nos Estados Unidos, um crime de ódio ocorre quando uma pessoa ataca outra por sua raça, religião, nacionalidade, orientação sexual ou deficiência

Polícia: nos Estados Unidos, um crime de ódio ocorre quando uma pessoa ataca outra por sua raça, religião, nacionalidade, orientação sexual ou deficiência (Getty Images)
DR

Da Redação

Publicado em 27 de maio de 2016 às 20h01.

Atacar um policial no estado da Louisiana será considerado "crime de ódio", segundo uma reforma legislativa inédita nos Estados Unidos que nesta sexta-feira recebeu críticas de diversas associações de defesa de minorias.

O governador do estado, John Bel Edwards, ratificou nesta quinta-feira a proposta, que inclui bombeiros e socorristas, qualificados de "verdadeiros heróis, que merecem toda a proteção que podemos oferecer".

Nos Estados Unidos, um crime de ódio ocorre quando uma pessoa ataca outra por sua raça, religião, nacionalidade, orientação sexual ou deficiência.

Considerado um delito com agravante, o crime de ódio implica automaticamente sentenças mais severas: multas, trabalhos forçados e mais anos de prisão.

Associações de defesa dos direitos das minorias afirmam que as forças da ordem na Louisiana não precisam de proteção adicional.

A organização Black Youth Project em Nova Orleans lamentou que os policiais sejam "tratados como uma categoria especial de cidadãos, acima das críticas e das leis".

"Em 2015, um número aterrador de 1.186 pessoas morreram por violência policial nos Estados Unidos, contra 42 policiais", destacou a organização.

A nova lei já recebeu o apelido de "Blue Lives Matter" (A vida dos Azuis importa), em oposição a "Black Lives Matter" (A vida dos Negros importa), que denuncia a violência policial contra os negros.

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Atacar um policial no estado da Louisiana será considerado "crime de ódio", segundo uma reforma legislativa inédita nos Estados Unidos que nesta sexta-feira recebeu críticas de diversas associações de defesa de minorias.

O governador do estado, John Bel Edwards, ratificou nesta quinta-feira a proposta, que inclui bombeiros e socorristas, qualificados de "verdadeiros heróis, que merecem toda a proteção que podemos oferecer".

Nos Estados Unidos, um crime de ódio ocorre quando uma pessoa ataca outra por sua raça, religião, nacionalidade, orientação sexual ou deficiência.

Considerado um delito com agravante, o crime de ódio implica automaticamente sentenças mais severas: multas, trabalhos forçados e mais anos de prisão.

Associações de defesa dos direitos das minorias afirmam que as forças da ordem na Louisiana não precisam de proteção adicional.

A organização Black Youth Project em Nova Orleans lamentou que os policiais sejam "tratados como uma categoria especial de cidadãos, acima das críticas e das leis".

"Em 2015, um número aterrador de 1.186 pessoas morreram por violência policial nos Estados Unidos, contra 42 policiais", destacou a organização.

A nova lei já recebeu o apelido de "Blue Lives Matter" (A vida dos Azuis importa), em oposição a "Black Lives Matter" (A vida dos Negros importa), que denuncia a violência policial contra os negros.

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