Mundo

Acidente com caminhão em Uganda deixa 31 mortos e 29 feridos

Segundo informou a polícia, um carro bateu no caminhão que transportava combustível, o que provocou um incêndio


	Várias pessoas se aproximaram do local do acidente para recolher a gasolina que escorreu, quando aconteceu um incêndio
 (Stock.Xchange)

Várias pessoas se aproximaram do local do acidente para recolher a gasolina que escorreu, quando aconteceu um incêndio (Stock.Xchange)

DR

Da Redação

Publicado em 30 de junho de 2013 às 10h50.

Campala - Pelo menos 31 pessoas morreram e outras 29 ficaram feridas em um acidente de trânsito em Campala, em Uganda, envolvendo um caminhão tanque que transportava combustível.

Segundo informou neste domingo a polícia, um carro bateu ontem no caminhão, o que provocou um vazamento do combustível.

Várias pessoas se aproximaram do local do acidente para recolher a gasolina que escorreu, quando aconteceu um incêndio.

A maioria das vítimas são homens jovens, motoristas de motocicletas conhecidas como 'boda boda', utilizadas como transporte público em Uganda e em boa parte da África Oriental.

'O vazamento de combustível atraiu motociclistas, gente que passava pelo lugar e residentes da zona que começaram a coletá-lo', explicou neste domingo a polícia em comunicado.

'Foi então quando aconteceu o incêndio, que afetou todo a área onde a gasolina tinha sido derramada', acrescentou.

As vítimas foram transferidas ao hospital de Mulago, onde centenas de pessoas se reuniram para reconhecer feridos e mortos.

Incidentes deste tipo são comuns na África pois a população com poucos recursos não é consciente do perigo que correm ao recolher combustível após um acidente de trânsito. EFE

Acompanhe tudo sobre:ÁfricaIncêndiosTrânsitomobilidade-urbanaacidentes-de-transito

Mais de Mundo

Trump afirma que teve bom diálogo com presidente interina da Venezuela

Trump diz que mortes no Irã estão diminuindo, mas não descarta possível ação militar

Trump impõe tarifa de 25% sobre a importação de chips de computação avançados

Alemanha, Suécia e Noruega enviam militares à Groenlândia em meio à pressão dos EUA pela anexação