Mundo

Abastecer com etanol é vantajoso em apenas 8 Estados

No Estado de São Paulo, que concentra quase 60% do consumo de etanol no País, o combustível tem a segunda maior vantagem

Abastecer com etanol (Getty Images)

Abastecer com etanol (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 26 de novembro de 2010 às 22h09.

Abastecer com etanol em vez de gasolina está vantajoso em apenas oito Estados, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pela Agência Estado. Hoje, o etanol está competitivo no Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pernambuco, São Paulo e Tocantins. Na Bahia, Rondônia e Rio de Janeiro é indiferente o uso de álcool ou gasolina no tanque. Nos demais 15 Estados e no Distrito Federal, a gasolina leva vantagem.

No Estado de São Paulo, que concentra quase 60% do consumo de etanol no País, o combustível tem a segunda maior vantagem e perde apenas para Goiás. Considerando o preço médio da gasolina de R$ 2,461 por litro no Estado de São Paulo, o etanol hidratado é competitivo até R$ 1,7227 e, na média da ANP, o preço em São Paulo ficou em R$ 1,597 por litro nesta semana. A vantagem do etanol é calculada considerando que o poder calorífico do motor a álcool é de 70% do poder nos motores à gasolina.

Segundo o levantamento, em São Paulo, o preço do etanol corresponde a 64,89% do preço da gasolina (até 70% o etanol é competitivo). Em Goiás, a relação é de 62,57%, em Mato Grosso de 65,69%, no Paraná de 66,90% e em Mato Grosso do Sul de 67,48%. A gasolina está mais vantajosa principalmente no Amazonas (preço do etanol é 82,42% do valor da gasolina) e em Roraima (81,68%).

Acompanhe tudo sobre:EnergiaCommoditiesCombustíveisEtanolBiocombustíveis

Mais de Mundo

Trump diz que os EUA estão vencendo a guerra contra o Irã e faz nova ameaça: 'Cuba é a próxima'

Governo dos EUA espera encerrar operações no Irã 'nas próximas duas semanas', diz Rubio

Brasil e China lançam Ano Cultural 2026 com agenda de eventos e intercâmbio artístico

Fórum Boao 2026 defende cooperação para conter impactos de tarifas e incerteza global