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Ao lado de Balneário Camboriú: bairro planejado valorizou 400% desde a criação; veja fotos

O Colinas de Camboriú projeta um Valor Geral de Vendas de R$ 10 bilhões, o maior da região

Colinas de Camboriú: bairro planejado projeta VGV de R$ 10 bilhões (Divulgação/Divulgação)

Colinas de Camboriú: bairro planejado projeta VGV de R$ 10 bilhões (Divulgação/Divulgação)

Rebecca Crepaldi
Rebecca Crepaldi

Repórter de finanças

Publicado em 26 de dezembro de 2025 às 15h08.

Última atualização em 29 de dezembro de 2025 às 10h57.

Balneário Camboriú, cidade com o metro quadrado mais caro do Brasil, ganhou um vizinho com números fortes. Colinas de Camboriú, bairro planejado construído em 2019, já valorizou 400% desde a sua criação em 2019, vendeu mais de 90% dos lotes e projeta um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 10 bilhões, o maior da região, nos números consolidados de 2025.

O crescimento ocorre em meio à expansão do setor em Santa Catarina. Em 2025, o preço médio do metro quadrado em Balneário Camboriú foi de R$ 14,3 mil, segundo o índice FipeZAP, o que reforça a demanda por áreas estruturadas próximas à cidade. O Colinas de Camboriú é um projeto da Família Silvestre e que conta com investidores da região.

O Colinas está localizado próximo ao eixo urbano, com acesso à BR-101, e foi desenvolvido como um bairro completo, com infraestrutura, mobilidade e áreas verdes — cerca de 400 mil metros quadrados preservados de Mata Atlântica dentro de um total de 900 mil m².

Perspectivas para 2026

O bairro deve entrar em sua fase mais intensa de construção a partir de 2026, com R$ 500 milhões previstos em lançamentos, abrangendo empreendimentos residenciais e comerciais, casas e projetos verticais com até 40 edifícios planejados no masterplan, além de serviços que estruturam a vida urbana local.

Entre os destaques está o Athene Garden, o primeiro Home & Wellness de Santa Catarina, com certificações ambientais e de bem-estar. Também está prevista a inauguração de uma nova unidade do Colégio COC, que terá 6 mil m² e será a maior operação da rede na região.

Valorização sustentada

Segundo os sócios-administradores Luian Silvestre e Aujor Fernandes Silvestre Filho, o VGV de R$ 10 bilhões considera apenas os produtos imobiliários destinados ao mercado e é baseado em inventário técnico atualizado do masterplan.

O potencial real de valorização pode ser ainda maior, já que o cálculo não incorpora a valorização histórica do bairro (cerca de 60% ao ano) nem da região conectada ao núcleo urbano de Balneário Camboriú.

“Criamos um bairro ancorado em infraestrutura sólida, áreas verdes preservadas e uma lógica urbana eficiente. Mais do que acompanhar o crescimento do litoral norte, estamos antecipando a cidade que a região ainda vai precisar. O Colinas nasce com vocação de longo prazo, preparado para sustentar valor, qualidade de vida e relevância por décadas”, destaca.

Para Aujor, sócio-administrador do empreendimento, o comportamento do comprador reforça essa dinâmica. “O público tem buscado áreas mais verdes, silenciosas e organizadas, mas sem abrir mão de serviços, mobilidade e proximidade com o eixo urbano. No Colinas, essa combinação se traduz em liquidez acelerada e em um ciclo de valorização sustentado por fatores estruturais, não apenas geográficos.”

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