• AALR3 R$ 20,20 -0.49
  • AAPL34 R$ 66,78 -0.79
  • ABCB4 R$ 16,69 -3.75
  • ABEV3 R$ 13,98 -1.13
  • AERI3 R$ 3,67 -0.81
  • AESB3 R$ 10,70 0.00
  • AGRO3 R$ 30,74 -0.32
  • ALPA4 R$ 20,46 -1.35
  • ALSO3 R$ 18,92 -0.94
  • ALUP11 R$ 26,83 0.86
  • AMAR3 R$ 2,41 -1.23
  • AMBP3 R$ 29,84 -2.29
  • AMER3 R$ 23,45 1.56
  • AMZO34 R$ 66,86 -0.09
  • ANIM3 R$ 5,36 -2.72
  • ARZZ3 R$ 81,01 -0.23
  • ASAI3 R$ 15,95 3.24
  • AZUL4 R$ 20,93 -1.46
  • B3SA3 R$ 12,13 2.71
  • BBAS3 R$ 37,15 4.06
  • AALR3 R$ 20,20 -0.49
  • AAPL34 R$ 66,78 -0.79
  • ABCB4 R$ 16,69 -3.75
  • ABEV3 R$ 13,98 -1.13
  • AERI3 R$ 3,67 -0.81
  • AESB3 R$ 10,70 0.00
  • AGRO3 R$ 30,74 -0.32
  • ALPA4 R$ 20,46 -1.35
  • ALSO3 R$ 18,92 -0.94
  • ALUP11 R$ 26,83 0.86
  • AMAR3 R$ 2,41 -1.23
  • AMBP3 R$ 29,84 -2.29
  • AMER3 R$ 23,45 1.56
  • AMZO34 R$ 66,86 -0.09
  • ANIM3 R$ 5,36 -2.72
  • ARZZ3 R$ 81,01 -0.23
  • ASAI3 R$ 15,95 3.24
  • AZUL4 R$ 20,93 -1.46
  • B3SA3 R$ 12,13 2.71
  • BBAS3 R$ 37,15 4.06
Abra sua conta no BTG

Marcas estão contra o PL que proíbe LGBTI+ na propaganda; veja quais

Depois das agências de publicidade, movimentos sociais e pessoas públicas, dezenas de marcas se manifestam contrárias ao projeto de lei que pretende excluir a população LGBTI+ da publicidade
Campanha Orgulho LGBT+ da Ambev é repostada, desta vez, contra a PL504 (Divulgação/Ambev)
Campanha Orgulho LGBT+ da Ambev é repostada, desta vez, contra a PL504 (Divulgação/Ambev)
Por Marina FilippePublicado em 22/04/2021 15:12 | Última atualização em 22/04/2021 22:20Tempo de Leitura: 3 min de leitura

O Projeto de Lei nº 504/2020, que visa proibir a publicidade através de qualquer veículo de comunicação e mídia, e de material que contenha alusão a diversidade sexual e de gênero a partir da presença ou referência aos LGBTQIA+, seria votado nesta quinta-feira, 22, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Mas, segundo fontes do mercado, teve a votação adiada para a próxima semana. 

O projeto de autoria da deputada estadual Marta Costa (PSD) alega que "o uso indiscriminado deste tipo de divulgação traria real desconforto emocional a inúmeras famílias além de estabelecer prática não adequada a crianças que ainda, sequer possuem, em razão da questão de aprimoramento da leitura (5 a 10 anos), capacidade de discernimento de tais questões". 

Diante disto, os movimentos sociais, pessoas públicas e as agências de publicidade passaram a se posicionar contra o projeto. Hoje as marcas também se manifestam. Dentre elas, estão grandes empresas como Avon, Facebook, C&A, 99, Tim, Amstel, Alpargatas, Unilever, Sodexo, Doritos, Coca-Cola, Accor, Mastercard, Johnnie Walker, Ambev, O Boticário, Quem disse berenice? e muito mais. Os posicionamentos são acompanhados dos usos das hashtags #abaixopl504 e #lgbtnãoémáinfulência.

"O dia de hoje pode ser considerado histórico. Nunca antes tantas organizações se manifestaram a favor da diversidade. Empresas costumam ser reticentes a se envolver com a política, mas parecem começar a entender que precisam participar dos principais debates do País. É uma questão de coerência. Que o movimento venha acompanhado de ações concretas de combate ao preconceito e discriminação”, afirma Ricardo Sales, pesquisador, consultor de diversidade e sócio-fundador da Mais Diversidade. Sales tem contabilizado em suas redes sociais as empresas que estão se posicionando. "Até o fim do dia teremos um relatório parcial de quantas são".

Segundo Fernando Serec, presidente do TozziniFreire Advogados, o projeto tem chance de ser aprovado, mas a mobilização pode mudar o ato. "É um projeto preconceituoso e inconstitucional a invasão da esfera federal neste tipo de legislação, mas que, infelizmente, tem chance de aprovação", diz.

Veja abaixo algumas manifestações de marcas: