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4 campanhas fortes sobre assédio sexual que marcaram 2017

Em 2017, marcas investiram em campanhas contra o machismo e a violência contra a mulher

Assédio: em 2017, marcas investiram em campanhas feministas e contra o assédio sexual e o machismo (Facebook/Reprodução)

Assédio: em 2017, marcas investiram em campanhas feministas e contra o assédio sexual e o machismo (Facebook/Reprodução)

Guilherme Dearo

Guilherme Dearo

Publicado em 6 de dezembro de 2017 às 12h40.

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Em março deste ano, uma ação criada pela FCB para o Estadão usou a criatividade para vestir uma causa importante em meio aos holofotes e o glamour das passarelas do São Paulo Fashion Week. A campanha “Sexismo Invisível” colocou no maior evento de moda do Brasil modelos com mensagens pintadas nos corpos. Eram frases curtas, mas que dizem muito sobre o assédio contra as mulheres, tais como “Decote não é convite” e “Minha saia não é permissão”.

O detalhe inusitado ficou por conta da tinta escolhida: ela só aparece nas fotos feitas com flash. Quem estava no desfile pôde, ao fotografar com celular ou câmera profissional, ver o que os outros não viam. Por seu alto grau de impacto, a iniciativa que aconteceu durante o desfile do estilista Amir Slama viralizou nas redes sociais e ganhou enorme mídia espontânea nos principais veículos do país.

Confira essas e outras campanhas contra o assédio:

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O 99 Táxis lançou em março a campanha “Vamos juntas de 99?”, “um movimento que nasceu da necessidade de falar sobre assédio nas ruas com motoristas e taxistas” feito em parceria com o movimento “Vamos juntas”.

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A Revista AzMina, publicação jornalística voltada para mulheres lançou uma campanha para as redes sociais. Intitulada "Marcas do Machismo", o filme tem como proposta mostrar o quanto atitudes sexistas, por mais sutis que sejam, contribuem para a violência sofrida pelas mulheres. O trabalho, que não parte de nenhuma agência, foi desenvolvido por uma equipe de maioria feminina.

Para colocar um holofote sobre esse grave problema, a instituição norueguesa Care Norway criou a campanha "#DearDaddy", que mostra como pequenas ações comportamentais de uma sociedade machista são capazes de corroborar com esse quadro problemático que afeta o público feminino em todo o mundo. O filme é narrado por uma menina prestes a vir ao mundo, que ainda no ventre de sua mãe prevê os assédios e agressões que sofrerá ao longo da vida se as coisas não mudarem de figura.

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