Sem falsas promessas: 4 dicas práticas para alcançar a sua liberdade financeira

Essencial para uma vida com mais conforto e autonomia, a liberdade financeira pode ser alcançada por qualquer pessoa, mas exige organização. Veja dicas para conquistar a sua
 (Getty Images/Getty Images)
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Isabel RochaPublicado em 19/07/2022 às 09:00.

Comer fora quando bem entender, poder comprar o que deseja (sem que isso represente um rombo no orçamento) ou simplesmente ter recursos suficientes para que as contas no final do mês não sejam sinônimo de dor de cabeça. Ainda que tudo isso possa parecer um sonho distante para boa parte dos brasileiros, a possibilidade de tomar decisões financeiras com liberdade não é (e nem deveria ser encarada como) um privilégio de pessoas com alta renda.

Afinal, a liberdade financeira está muito mais relacionada à capacidade de organização e gestão de recursos, do que com o volume destes recursos. Em outras palavras: ainda que o dinheiro ajude, não é preciso ser um milionário para alcançá-la.

Quer uma prova? Basta pensar naquele colega de trabalho que tem uma remuneração parecida com a sua e sempre realiza viagens cinematográficas durante as férias enquanto você mal consegue fazer o salário durar até o final do mês.

Veja, não estamos comparando a situação de um trabalhador assalariado com a de um herdeiro. Neste exemplo, ambas as pessoas dependem de um salário mensal para pagar as contas. A diferença é que, provavelmente, uma delas já alcançou a liberdade financeira.

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Para ajudar aqueles que ainda não chegaram lá, listamos abaixo algumas dicas práticas que podem ajudar neste processo. Mas, antes de falarmos sobre elas, é preciso esclarecer alguns conceitos.

Afinal, o que é liberdade financeira?

A liberdade financeira pode ser definida com um estágio de tranquilidade financeira em que o indivíduo consegue manter o estilo de vida que deseja, sem se preocupar com questões financeiras, ainda que dependa de uma fonte de renda mensal para sobreviver. Em outras palavras, ela tem a ver com autonomia para tomar decisões sem que o dinheiro seja um fator decisivo – mesmo que ele ainda seja considerado. Muito diferente, portanto, do conceito de independência financeira.

Qual a diferença entre liberdade e independência financeira?

Ainda que o senso comum costume confundir os dois termos, há uma diferença primordial entre liberdade e independência financeira: o dinheiro de uma pessoa financeiramente independente tem origem na renda passiva. Isto é, pessoas que alcançaram a independência financeira são aquelas que têm capital acumulado o suficiente para cobrir suas despesas e custo de vida sem que seja preciso trabalhar.

Como alcançar a liberdade financeira?

Enquanto dados do Banco Mundial apontam que apenas 1% da população econômica ativa do Brasil consiga alcançar a independência financeira, a boa notícia é que a liberdade financeira pode ser conquistada por qualquer um, desde que haja disposição para a entender mais sobre o tema e organizar as finanças.

Pensando nisso, listamos abaixo algumas dicas práticas que podem te ajudar nesse processo. Elas são parte do e-book Liberdade financeira: por que e como alcançá-la, um conteúdo gratuito elaborado pela EXAME com o objetivo de auxiliar cada vez mais pessoas a se tornarem livres financeiramente. Veja.

1. ORGANIZE SEU ORÇAMENTO

Como você já deve ter percebido, a organização é um fator primordial para alcançar a liberdade financeira. Isso quer dizer que você precisa ter clareza não apenas sobre o valor do seu salário líquido (e outras fontes de renda mensais), mas também sobre o seu custo de vida e principais gastos.

Nesse contexto, uma planilha pode ajudar. Comece separando tudo que entra (receitas) de tudo o que sai (despesas) do seu orçamento. Com estes os valores descriminados, você conseguirá entender mais a fundo a origem das suas despesas e fazer possíveis ajustes – cortando gastos desnecessários ou realocando recursos, por exemplo.

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Para isso, uma boa dica é usar a técnica 50-15-35. Ela diz que, do total da sua renda, cerca de 50% deve ser direcionado a gastos básicos (como moradia, educação e alimentação);  15% às prioridades financeiras (como pagamento de dívidas ou investimentos); e 35% para lazer (aqueles gastos que podem ser dispensados em uma necessidade, mas que no dia a dia proporcionam prazer, como passeios, viagens e compras).

2. CRIE METAS

Depois de entender qual é a sua situação financeira atual, pense sobre aonde você quer chegar e elenque os seus objetivos. Tendo clareza sobre suas metas, será mais fácil elaborar um plano de ação para conquistá-las.

Se o seu objetivo é ter dinheiro o suficiente para viajar nas próximas férias, por exemplo, quanto você precisa guardar por mês para tornar isso possível? Como pretende conseguir este valor? De onde é possível economizar? Estas são algumas perguntas que podem ajudar a nortear este processo.

3. CONSTRUA UMA RESERVA DE EMERGÊNCIA

Para ter mais tranquilidade financeira, também é essencial construir uma reserva de emergência. Estamos falando daquela parcela do seu patrimônio que deve ficar investida em produtos seguros e de baixa liquidez para que possa ser resgatada rapidamente diante de uma demissão, emergência médica ou outros imprevistos. Especialistas indicam que o valor da reserva de emergência deve ser o suficiente para cobrir, ao menos, seis meses do seu custo de vida mensal.

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Vale salientar que esta é uma etapa crucial do processo de construção da sua liberdade financeira. Afinal, a existência dessa reserva é o que faz a diferença entre uma pessoa totalmente dependente do salário mensal para sobreviver e daquelas que conseguem continuar mantendo o padrão de vida diante de um imprevisto ou perda inesperada da renda fixa mensal.

4. INVISTA COM FOCO NO LONGO PRAZO (e reinvista dividendos!)

Depois de começar a poupar para atingir as suas metas, também será preciso pensar em formas de fazer esse dinheiro guardado se valorizar. Para isso, é importante investir parte do seu capital acumulado em ativos que gerem renda no longo prazo.

Há diversos produtos financeiros disponíveis, com diferentes níveis de risco, prazos e potenciais de valorização – dos títulos de renda fixa ao mercado de ações. Muitos deles, inclusive, pagam dividendos recorrentes para quem aplica. Um dos hábitos de quem busca a liberdade financeira é reinvestir esses dividendos, fazendo com que o lucro gere cada vez mais patrimônio.

Estas são apenas alguns dos passos que podem te ajudar a se tornar livre financeiramente. Para se aprofundar no assunto e conhecer os demais passos para chegar lá, baixe o e-book “Liberdade financeira: por que e como alcançá-la”. Além das dicas práticas, o material também traz explicações aprofundadas sobre temas diretamente relacionados ao processo de conquista da liberdade financeira (“como sair das dívidas”, por exemplo) e apresenta diferentes opções de produtos financeiros para quem quer começar a investir com o objetivo de aumentar seu patrimônio.

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