Mercados

Zenvia recebe R$35,5 mi da BNDESPar

Empresa gaúcha se comprometeu a listar suas ações no Bovespa Mais, segmento da BM&F Bovespa para acesso de empresas de pequeno e médio portes


	BM&FBovespa: Zenvia se comprometeu a listar suas ações no Bovespa Mais
 (Dado Galdieri/Bloomberg)

BM&FBovespa: Zenvia se comprometeu a listar suas ações no Bovespa Mais (Dado Galdieri/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 4 de novembro de 2014 às 12h56.

São Paulo - A empresa gaúcha de tecnologia Zenvia recebeu um aporte de 35,5 milhões de reais da BNDESPar, braço de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), informou o banco de fomento nesta terça-feira.

A companhia que opera com SMS corporativo e de conteúdo e serviços para celulares e tablets, recebeu aporte equivalente do fundo de investimento em participações DLM Brasil TI.

"A BNDESPar acredita no potencial da empresa de alcançar patamar de faturamento e rentabilidade que poderá levá-la a ser mais uma empresa de tecnologia brasileira a abrir seu capital", comentou o banco em nota.

A Zenvia se comprometeu a listar suas ações no Bovespa Mais, segmento da BM&F Bovespa para acesso de empresas de pequeno e médio portes.

Das companhias na carteira da BNDESPar, a Senior Solution, também de TI, realizou oferta inicial de ações em 2013. A Altus Sistemas de Automação, a CAB Ambiental, a Nortec Química e a Quality Software também são listadas no Bovespa Mais.

O BNDESPar adiou para 2015 o plano de levar duas empresas da sua carteira de capital empreendedor à Bovespa, disse um superintendente da instituição à Reuters em agosto.

Acompanhe tudo sobre:B3BNDESbolsas-de-valoresEmpresasEmpresas abertasPequenas empresasservicos-financeiros

Mais de Mercados

Goldman Sachs vê cenário favorável para emergentes, mas deixa Brasil de fora de recomendações

Empresa responsável por pane global de tecnologia perde R$ 65 bi e CEO pede "profundas desculpas"

Bolsa brasileira comunica que não foi afetada por apagão global de tecnologia

Ibovespa fecha perto da estabilidade após corte de gastos e apagão global

Mais na Exame