Mercados

Preços do petróleo disparam após fraca importação dos EUA

O Brent fechou em alta de 2,01 dólares, ou 4,2 por cento, e encerrou a 49,99 dólares por barril, seu fechamento mais alto em quase três semanas


	Petróleo: o petróleo dos EUA encerrou a 47,62 dólares por barril, alta de 2,12 dólares, ou 4,7%
 (Thinkstock/Thinkstock)

Petróleo: o petróleo dos EUA encerrou a 47,62 dólares por barril, alta de 2,12 dólares, ou 4,7% (Thinkstock/Thinkstock)

DR

Da Redação

Publicado em 8 de setembro de 2016 às 18h52.

Priorizar nos meus resultados Google

Nova York - Os preços do petróleo subiram mais de 4 por cento nesta quinta-feira, com Brent tocando brevemente os 50 dólares por barril pela primeira vez em duas semanas, após um declínio surpreendentemente grande nos estoques dos Estados Unidos, uma vez que as importações da costa do Golfo caíram para mínimas recordes.

O Brent fechou em alta de 2,01 dólares, ou 4,2 por cento, e encerrou a 49,99 dólares por barril, seu fechamento mais alto em quase três semanas.

O petróleo dos EUA encerrou a 47,62 dólares por barril, alta de 2,12 dólares, ou 4,7 por cento, o maior ganho percentual para os futuros dos EUA desde abril.

Os estoques de petróleo dos EUA caíram 14,5 milhões de barris na última semana para 511,4 milhões de barris, o maior declínio semanal nos estoques desde janeiro de 1999, de acordo com a Administração de Informações de Energia dos EUA (AIE).

As importações pela costa do Golfo dos EUA caíram 2,5 milhões de barris por dia, a mínima desde que a coleta de dados começou em 1990.

Operadores disseram que as importações caíram porque as embarcações atrasaram o descarregamento no Texas e na Louisiana devido à tempestade tropical Hermine.

Acompanhe tudo sobre:PetróleoPaíses ricosEstados Unidos (EUA)PreçosImportaçõesComércio exteriorEnergiaEstoques

Mais de Mercados

Ibovespa cai e dólar sobe com aversão global ao risco e crise no STF no radar

Focus, dados da China e novas pesquisas eleitorais: o que move os mercados

B3 lança Ibovespa em dólar nesta segunda: entenda como vai funcionar

Amazon nos EUA quer ser dona de 90% das próprias entregas até 2029