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Petrobras pressiona e derruba Ibovespa na abertura

Presidente Dilma Rousseff resiste a uma fórmula de reajuste automático para combustíveis

Petrobras: às 10h19, o Ibovespa tinha variação negativa de 0,54 por cento, a 51.982 pontos. As preferenciais da Petrobras recuavam 2,41 por cento, a 19,87 reais (Ricardo Moraes/Reuters)
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Da Redação

Publicado em 26 de novembro de 2013 às 09h40.

São Paulo - O mercado acionário brasileiro iniciava em baixa esta terça-feira, ampliando a perda de 1 por cento da véspera, guiado pelas preferenciais da Petrobras , após notícia de que a presidente Dilma Rousseff resiste a uma fórmula de reajuste automático para combustíveis.

Nesta sessão, investidores operavam em compasso de espera pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa básica do juro e o início do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a correção de poupança, que afeta o setor financeiro, na quarta-feira.

Às 10h19, o Ibovespa tinha variação negativa de 0,54 por cento, a 51.982 pontos. As preferenciais da Petrobras recuavam 2,41 por cento, a 19,87 reais.

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São Paulo - O mercado acionário brasileiro iniciava em baixa esta terça-feira, ampliando a perda de 1 por cento da véspera, guiado pelas preferenciais da Petrobras , após notícia de que a presidente Dilma Rousseff resiste a uma fórmula de reajuste automático para combustíveis.

Nesta sessão, investidores operavam em compasso de espera pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa básica do juro e o início do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a correção de poupança, que afeta o setor financeiro, na quarta-feira.

Às 10h19, o Ibovespa tinha variação negativa de 0,54 por cento, a 51.982 pontos. As preferenciais da Petrobras recuavam 2,41 por cento, a 19,87 reais.

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