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Juros futuros abrem em alta diante de incertezas internas

Às 9h30, o DI para janeiro de 2016 indicava 13,78%, igual ao ajuste anterior

Juros futuros: às 9h30, o DI para janeiro de 2016 indicava 13,78%, igual ao ajuste anterior (Marcos Santos/USP Imagens)
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Da Redação

Publicado em 25 de maio de 2015 às 10h37.

São Paulo - No mercado de juros , as taxas futuras exibem viés de alta em linha com o dólar e influenciadas também pelas incertezas dos investidores com o ajuste fiscal em curso no País.

Membros do governo retomam hoje uma série de negociações com o objetivo de garantir a aprovação no Senado da MP 664, que modifica as regras para a concessão de pensão por morte, e da MP 665, que restringe o acesso ao seguro-desemprego e ao abono salarial.

As propostas serão retomadas amanhã e precisam ser votadas até 1º de junho. Do contrário, perderão a validade. Vale observar que a falta da referência dos Treasuries por conta do feriado do Memorial Day nos Estados Unidos tende a encurtar a liquidez.

Às 9h30, o DI para janeiro de 2016 indicava 13,78%, igual ao ajuste anterior. O DI para janeiro de 2017, 13,32%, de 13,27% na sexta-feira e o DI para janeiro de 2021, 12,43%, de 12,26%.

Nesta manhã, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, conversou com jornalistas ao chegar ao Ministério, mas não foi suficiente para atenuar o mal-estar com sua ausência na divulgação do corte do Orçamento de 2015, na última sexta-feira.

Levy disse que o contingenciamento de R$ 69,9 bilhões veio no valor adequado. O ministro defendia um corte entre R$ 70 bilhões e R$ 80 bilhões.

"Vamos ver agora como reorganizar o financiamento de longo prazo", afirmou, acrescentando, sobre o corte do Orçamento, que o governo cortou "com cautela e equilíbrio".

O ministro volta a negociar a partir de hoje a aprovação das medidas do ajuste com o Congresso e inicia ainda uma nova jornada por medidas para elevar a arrecadação, como aumento de impostos.

Na pesquisa Focus, após o reforço do discurso sobre a política monetária vigilante do BC ao longo da última semana, a previsão para o IPCA em 2015 subiu de 8,31% para 8,37%.

A estimativa para o indicador em 2016 foi mantida em 5,50%. Para a Selic no fim de 2015, a estimativa passou de 13,50% para 13,75% e, no fim de 2016, de 11,75% a 12%.

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Membros do governo retomam hoje uma série de negociações com o objetivo de garantir a aprovação no Senado da MP 664, que modifica as regras para a concessão de pensão por morte, e da MP 665, que restringe o acesso ao seguro-desemprego e ao abono salarial.

As propostas serão retomadas amanhã e precisam ser votadas até 1º de junho. Do contrário, perderão a validade. Vale observar que a falta da referência dos Treasuries por conta do feriado do Memorial Day nos Estados Unidos tende a encurtar a liquidez.

Às 9h30, o DI para janeiro de 2016 indicava 13,78%, igual ao ajuste anterior. O DI para janeiro de 2017, 13,32%, de 13,27% na sexta-feira e o DI para janeiro de 2021, 12,43%, de 12,26%.

Nesta manhã, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, conversou com jornalistas ao chegar ao Ministério, mas não foi suficiente para atenuar o mal-estar com sua ausência na divulgação do corte do Orçamento de 2015, na última sexta-feira.

Levy disse que o contingenciamento de R$ 69,9 bilhões veio no valor adequado. O ministro defendia um corte entre R$ 70 bilhões e R$ 80 bilhões.

"Vamos ver agora como reorganizar o financiamento de longo prazo", afirmou, acrescentando, sobre o corte do Orçamento, que o governo cortou "com cautela e equilíbrio".

O ministro volta a negociar a partir de hoje a aprovação das medidas do ajuste com o Congresso e inicia ainda uma nova jornada por medidas para elevar a arrecadação, como aumento de impostos.

Na pesquisa Focus, após o reforço do discurso sobre a política monetária vigilante do BC ao longo da última semana, a previsão para o IPCA em 2015 subiu de 8,31% para 8,37%.

A estimativa para o indicador em 2016 foi mantida em 5,50%. Para a Selic no fim de 2015, a estimativa passou de 13,50% para 13,75% e, no fim de 2016, de 11,75% a 12%.

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