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Bovespa abre em alta, mas sofre pressão de indicadores

Atrelada ao desempenho dos mercados internacionais, a bolsa tende a oscilar conforme forem anunciados os dados econômicos do dia

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O Ibovespa abriu subindo 1,28%, aos 57.006 pontos (Germano Lüders/EXAME)

O Ibovespa abriu subindo 1,28%, aos 57.006 pontos (Germano Lüders/EXAME)

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Olívia Bulla

Publicado em 15 de setembro de 2011 às, 10h42.

São Paulo - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu em alta, dando sequência à recuperação engatada na véspera. No entanto, a previsão de volatilidade alta nos negócios locais continua. Atrelada ao desempenho dos mercados internacionais, a bolsa tende a oscilar conforme forem anunciados os dados econômicos previstos para o dia. Às 10h22, o índice Bovespa (Ibovespa) subia 1,28%, aos 57.006 pontos.

"Os mercados ainda comemoram o noticiário da véspera, mas efetivamente não houve nenhuma novidade", ressalta o estrategista-chefe da SLW Corretora, Pedro Galdi. Ele se refere ao comunicado que se seguiu à teleconferência entre a chanceler alemã, Angela Merkel, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, e o primeiro-ministro grego, George Papandreou; além da disposição da China em ajudar a Europa, com condicionantes.

"Portanto, a base que sustenta os negócios é frágil e qualquer coisa mais negativa pode desarmar o sinal positivo, tanto aqui quanto lá", completa o especialista, acrescentando que a tendência é de a bolsa "seguir colada ao exterior", embora, aparentemente o dia seja de recuperação.

Nos Estados Unidos, a agenda econômica do dia é forte. Mais cedo, a divulgação de aumento acima do esperado nos pedidos semanais de auxílio-desemprego feitos no país, em 11 mil, ante previsão de apenas 1 mil, reduziram o fôlego dos investidores. Além disso, foi anunciada hoje queda do índice de atividade do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) de Nova York, para -8,82 ante estimativa de melhora para -4.

Ainda nos EUA, foram anunciados dados da inflação no varejo mais salgados que o previsto. O índice de preços ao consumidor (CPI) subiu 0,4% em agosto, ante previsão de alta de 0,2%.

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