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As bolsas internacionais engatam o segundo dia de queda do ano nesta quarta-feira, 3, com investidores ainda de ressaca do rali de fim de ano que impulsionou os índices de ações do mundo inteiro. A principal razão da última sequência de altas, as sinalizações de cortes de juros do Federal Reserve (Fed) será colocada à prova nesta tarde, com a divulgação da ata da decisão monetária de dezembro.

Ata do Fed e o debate sobre a queda de juros

Como amplamente esperado, o juro foi mantido inalterado entre 5,25% e 5,5% na última decisão, mas indicações do presidente do Fed, Jerome Powell, aumentaram as expectativas por uma política monetária mais branda. Powell, pela primeira vez, admitiu que os membros do Fed começam a ver algum espaço para debater cortes de juros nos Estados Unidos.

Nos mercados, investidores já precificam com mais de 70% a probabilidade de o primeiro corte vir já na decisão de março. Mas essa percepção do mercado pode mudar a depender das indicações presentes na ata, que será divulgada às 16h.

JOLTs: ofertas de emprego voltam a crescer?

Mas antes da ata, investidores ainda repercutirão os números da Pesquisa de Vagas de Emprego e Rotatividade de Mão de Obra (JOLTS, na sigla em inglês). A expectativa é de que o dado referente a novembro revele a criação de 8,850 milhões de ofertas de emprego. Se confirmado, o número será acima dos 8,733 milhões registrados no mês anterior.

O JOLTS é o primeiro de uma série de dados do mercado de trabalho americano que serão divulgados nesta semana. Os mais esperados, o payroll e a taxa de desemprego de dezembro, sairão na sexta-feira, 5. Há grande expectativa por esses dados, por serem considerados uma importante variável para a política de juros do Fed. De modo geral, quanto mais fraco forem os dados de atividade, maior a chance de um ciclo mais intenso de queda de juros. 

Barclays: venda Apple

O relatório de analistas da Barclays que rebaixou a recomendação das ações da Apple de "neutro" para "venda" levou as ações da companhia mais valiosa do mundo a caírem quase 4% no último pregão e segue repercutindo no mercado. O preço-alvo foi reduzido de US$ 161 para US$ 160 ante a cotação atual de US$ 185,64. A tese tem como peça central o baixo volume de vendas de iPhones. O relatório segue repercutindo no mercado nesta quarta, com efeitos sobre ações de fornecedoras da Apple na Ásia. 

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