Invest

Alupar (ALUP11): lucro líquido regulatório soma R$ 153,9 milhões no primeiro trimestre deste ano

A receita regulatória da Alupar somou R$ 791,4 milhões no trimestre, redução de 0,5% em comparação com a observada no primeiro trimestre de 2023

Alupar: veja o balanço do 1 tri de 2024 (Leandro Fonseca/Exame)

Alupar: veja o balanço do 1 tri de 2024 (Leandro Fonseca/Exame)

Estadão Conteúdo
Estadão Conteúdo

Agência de notícias

Publicado em 9 de maio de 2024 às 19h39.

Última atualização em 9 de maio de 2024 às 20h08.

Tudo sobreBalanços
Saiba mais

A transmissora de energia Alupar registrou lucro líquido de R$ 153,9 milhões no primeiro trimestre deste ano, alta de 6,8% em relação a igual período de 2023. Na base IFRS, o lucro da empresa totalizou R$ 254,9 milhões, alta de 10,5%, em base anual de comparação.

De janeiro a março, o Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Ebitda, da sigla em inglês) regulatório alcançou R$ 669,2 milhões, uma ligeira redução de 0 5%. O Ebitda IFRS do primeiro trimestre foi de R$ 811,8 milhões, alta de 0,02% em base anual de comparação.

WEG e Alupar fecham parceria para a geração de energia eólica

A receita regulatória da Alupar somou R$ 791,4 milhões no trimestre, redução de 0,5% em comparação com a observada no primeiro trimestre de 2023. Já a receita IFRS alcançou R$ 996,5 milhões, redução de 0,7%. Essa oscilação nas receitas reflete as variações do Índice Geral de Preços — Mercado (IGP-M) e do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), pelos quais as receitas da companhia são corrigidas.

Abertura de Mercado: Em baixa, setor elétrico é boa aposta de longo prazo

No caso do faturamento regulatório, O IGPM, que teve variação negativa, é aplicado a cerca de 35% dos contratos, enquanto o IPCA, que oscilou positivamente tem efeito sobre os outros 65%. "No final, um acabou compensando o outro", explicou o superintendente Relações com Investidores da Alupar, Luiz Coimbra.

A dívida líquida encerrou o trimestre em R$ 8,734 bilhões, montante 0,1% superior ao observado um ano antes. A alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda regulatório, ficou 0,2 ponto porcentual (p.p.) menor, em 3,3 vezes.

Investimentos

Coimbra disse, ainda, que a empresa já avalia o leilão de transmissão de setembro, do qual possivelmente participará, mas que a estratégia para o certame, como a participação em consórcio ou individualmente, será definida mais à frente e considerando as características de cada lote. "Analisamos caso a caso, vai depender se o lote tem sinergia com outros ativos que a empresa já opera", comentou.

O executivo disse, ainda, que a empresa avalia uma possível participação o leilão de reserva de capacidade, previsto para agosto, e que tem analisado a possibilidade de "repotencializar" suas usinas hidrelétricas para competir no certame.

Já em relação à busca de projetos de transmissão em países vizinhos, o Coimbra disse que este ano a empresa participou de cinco licitações e aguarda o resultado de um leilão no Chile. A previsão é que os vencedores do leilão sejam divulgados este mês.

Acompanhe tudo sobre:BalançosB3B3 (BM&FBovespa)AluparLucro

Mais de Invest

"Mercado precifica cenário de quase crise fiscal no Brasil, que não é verdade", diz Mansueto Almeida

Ibovespa opera em queda após IPCA-15 e PIB dos EUA virem acima do esperado

IA transforma tarefas em Wall Street, mas profissionais ainda estão céticos

Stellantis tem queda de 48% no lucro líquido do 1º semestre

Mais na Exame