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Programar não é mais digitar código: entenda a virada da IA

Ferramentas de IA generativa mudam o dia a dia de quem programa e criam nova hierarquia de habilidades no mercado de tecnologia

Programar não é mais digitar código: entenda a virada da IA (Magnific/Reprodução)

Programar não é mais digitar código: entenda a virada da IA (Magnific/Reprodução)

Publicado em 27 de julho de 2026 às 11h24.

Última atualização em 27 de julho de 2026 às 11h49.

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A inteligência artificial deixou de ser uma ferramenta experimental para se tornar parte da rotina de quem programa. Pesquisas recentes indicam que desenvolvedores que usam assistentes de código baseados em IA completam tarefas até 55% mais rápido, segundo estudos controlados do GitHub. O dado ajuda a explicar por que a profissão de programador atravessa uma das transformações mais profundas de sua história.

Quem quer entender essas mudanças na prática pode contar com o Pré-MBA em Inteligência Artificial da Saint Paul e EXAME, por R$ 37.

De "digitador de código" a arquiteto de soluções

Até pouco tempo atrás, programar significava escrever cada linha de código manualmente, função por função. Esse cenário está mudando. Hoje, é cada vez mais comum que o profissional descreva o resultado esperado e revise o código gerado por uma ferramenta de IA.

Essa mudança não elimina a necessidade de conhecimento técnico. Pelo contrário: exige que o programador entenda profundamente a lógica por trás do que está sendo gerado, para identificar erros e ajustar soluções quando algo sai do esperado.

Ferramentas que já fazem parte da rotina

O mercado de inteligência artificial aplicada à programação deve ultrapassar US$ 300 bilhões em 2026, segundo a consultoria IDC, impulsionado principalmente pela disseminação de agentes autônomos e pela personalização de modelos.

Assistentes de código

Ferramentas como GitHub Copilot e outros assistentes baseados em IA sugerem trechos de código, identificam bugs e aceleram etapas repetitivas do desenvolvimento. Elas funcionam como um apoio constante, não como substitutas do raciocínio técnico.

Agentes autônomos de IA

Diferente dos assistentes tradicionais, os agentes autônomos conseguem executar tarefas em várias etapas com menor supervisão, como criar uma funcionalidade completa a partir de uma instrução. Ainda assim, a validação final continua sendo humana.

Esse é justamente o tipo de conteúdo aprofundado no Pré-MBA em Inteligência Artificial da Saint Paul e EXAME, disponível por R$ 37.

O que não muda: revisão humana e pensamento crítico

Especialistas ouvidos por veículos de tecnologia apontam que a revisão humana estruturada segue como etapa central da engenharia de software, mesmo com o avanço da IA. Isso porque modelos de linguagem podem gerar código funcional, mas sem garantia de segurança, eficiência ou aderência às regras de negócio de cada empresa.

Um exemplo prático: um assistente de IA pode sugerir uma função que resolve um problema imediato, mas ignora uma vulnerabilidade de segurança específica do sistema em que será aplicada. Cabe ao profissional identificar esse tipo de falha.

Quais habilidades ganham valor

Entre as competências mais buscadas no mercado de tecnologia, destacam-se:

  • Engenharia de prompt: capacidade de formular instruções claras para obter respostas precisas de modelos de IA.
  • Arquitetura de sistemas: visão ampla de como diferentes componentes de software se conectam.
  • Revisão de segurança: identificação de riscos em código gerado automaticamente.
  • Compreensão de regras de negócio: capacidade de traduzir necessidades da empresa em soluções técnicas.

Como se preparar para essa transição

Para profissionais e estudantes de tecnologia, alguns passos práticos ajudam a acompanhar essa mudança: manter o estudo constante de fundamentos de programação, testar diferentes ferramentas de IA aplicadas ao desenvolvimento e desenvolver o hábito de revisar criticamente qualquer código gerado automaticamente, antes de colocá-lo em produção.

Essas competências tendem a se tornar tão relevantes quanto o domínio de uma linguagem de programação específica, já que moldam como o profissional vai atuar ao lado da inteligência artificial nos próximos anos.

Para se aprofundar nesse processo com apoio especializado, o Pré-MBA em Inteligência Artificial da Saint Paul e EXAME está disponível por R$ 37.

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