Só o diploma não basta: por que profissionais estudam a cada troca de cargo (Magnific)
Jornalista
Publicado em 30 de outubro de 2026 às 16h26.
Última atualização em 30 de outubro de 2026 às 17h35.
Quem assume a primeira equipe, passa a responder por orçamento ou entra em um projeto de tecnologia costuma perceber rápido que o repertório que garantiu a promoção não é o mesmo que sustenta o novo cargo. A graduação prepara para o início da carreira, mas as exigências mudam a cada degrau, e é nesse ponto que a formação continuada ganha peso.
O ritmo dessa mudança aparece nos dados do Fórum Econômico Mundial. O Future of Jobs Report 2025 estima que 39% das habilidades atuais dos trabalhadores devem se transformar ou ficar defasadas entre 2025 e 2030, e que 59% da força de trabalho precisará de treinamento ou requalificação.
Para o profissional, o efeito é direto: a atualização deixa de ser um evento isolado e passa a fazer parte da rotina.
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No início, o que pesa é o domínio técnico. Na primeira liderança, entram a gestão de pessoas e a capacidade de delegar. Na gerência, o profissional passa a lidar com orçamento, metas e resultado. Na diretoria, a decisão estratégica sob incerteza é o que separa quem avança de quem permanece no mesmo nível.
A transição para gestor costuma ser a mais sentida. Quem se destacava pela execução passa a ser avaliado pela entrega da equipe, o que exige comunicação, feedback e planejamento, competências nem sempre desenvolvidas na carreira técnica.
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O formato online ampliou o acesso de quem precisa conciliar estudo e rotina profissional. A EXAME mostrou como o ensino remoto cresce entre profissionais que não podem parar a carreira, principalmente entre quem busca novas competências sem se afastar do trabalho.
O desafio é a continuidade. Segundo o Fórum Econômico Mundial, 11 em cada 100 trabalhadores que precisariam se requalificar até 2030 provavelmente não receberão essa formação.
Nesse cenário, a Black Friday EXAME Saint Paul apresenta uma condição que reúne diferentes áreas em uma única matrícula. Ao se matricular no MBA em Inteligência Artificial para Negócios, o aluno recebe dez anos de acesso aos seis MBAs online da instituição: Finanças Corporativas, Liderança e Gestão, Inteligência Artificial, Marketing: Branding e Performance, Mercado Financeiro e Inteligência de Mercado.
A estrutura permite escolher a formação conforme o momento. Quem assume uma equipe pode começar por liderança e gestão, quem passa a decidir sobre orçamento pode ir para finanças corporativas, e quem trabalha com dados pode se voltar à inteligência de mercado.
Antes de escolher uma formação, três perguntas ajudam a orientar a decisão: qual competência o próximo cargo exige, quanto tempo o profissional tem para estudar e se o conteúdo continua útil caso a carreira mude de direção.