Plataforma cripto do BTG, Mynt chega a 8 ativos disponíveis e supera concorrentes diretos

Agora é possível negociar bitcoin, ether, solana, cardano, polkadot, chainlink, polygon e USDC diretamente na plataforma de criptoativos do BTG Pactual
Em menos de dois meses, Mynt já conta com 8 criptomoedas (Reprodução/Unsplash)
Em menos de dois meses, Mynt já conta com 8 criptomoedas (Reprodução/Unsplash)
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Mariana Maria Silva

Publicado em 03/10/2022 às 15:02.

Última atualização em 07/10/2022 às 10:18.

Lançada para o público geral em 15 de agosto, a Mynt, plataforma de criptomoedas do BTG Pactual, avança rapidamente em desenvolvimento. Nos últimos dias a plataforma anunciou a listagem de mais três ativos: chainlink, polygon e USDC para compor seu portfólio, que já contava com outras cinco criptomoedas.

Atingindo a marca de 8 ativos disponíveis, a Mynt ultrapassa seus concorrentes diretos e se torna a plataforma com a oferta mais diversa entre a concorrência com Nubank, 99Pay, Mercado Pago e Xtage, a plataforma de criptoativos da XP Investimentos.

Novatas na Mynt, as três novas criptomoedas estrelam entre as maiores do mundo em valor de mercado, de acordo com dados do CoinMarketCap. Em 23º, 13º e 4º lugar, respectivamente, Chainlink, Polygon e USDC possuem um valor de mercado na casa dos bilhões e propostas interessantes para o mercado de criptomoedas.

(Mynt/Divulgação)

Nativa do blockchain Chainlink, a criptomoeda LINK é utilizada para o pagamento de serviços de oráculo da rede, essencial para o funcionamento da ferramenta. Isso porque o uso de dados externos por projetos no mundo cripto é muito comum para a realização de alguns serviços a partir da leitura de APIs, sistemas internos e outros tipos de dados.

Desta forma, a Chainlink se tornou o principal provedor de dados do mercado, com casos de uso no setor de seguros, jogos em blockchain e NFTs, cadeia de suprimentos, confirmação de identidade e a monetização de bases de dados, por exemplo.

Por outro lado, a Polygon é uma rede de contratos inteligentes focada em escalabilidade. Seu projeto conta com desenvolvedores respeitados no mercado e é conhecido por inovar com tecnologias que são adotadas em massa logo em seguida.

MATIC, a criptomoeda nativa da Polygon, é usada para pagar as taxas da rede e tem casos de uso no setor de finanças descentralizadas (DeFi), NFTs de baixo custo e registros com privacidade, por exemplo.

Já a USDC, ou USD Coin, é um tipo diferente de criptomoeda. Caracterizada como “stablecoin”, a USDC é a segunda maior de seu gênero. Com um valor estável que acompanha o dólar norte-americano, a criptomoeda foi criada por uma empresa chamada Circle para facilitar a atividade de investidores em blockchain.

Isso porque além de facilitar a negociação de criptomoedas e promover a estabilidade de preço em um ambiente volátil como o mercado cripto, stablecoins como a USDC garantem remessas internacionais em tempo real e podem gerar passiva, entre outras vantagens.

Ela é a preferida de usuários de aplicações descentralizadas (dApps) e, por não possuir um blockchain próprio, pode ser encontrada em diversas redes. Alguns exemplos são Ethereum, Solana, Polkadot e Cardano, cujas criptomoedas também são oferecidas pela Mynt.

Um dos maiores destaques da Mynt é a oferta de ativos. Lançada há aproximadamente um mês e meio, a plataforma já possui uma oferta maior em quantidade que a maioria de seus concorrentes diretos.

O Nubank, que anunciou recentemente quase dois milhões de clientes investindo em criptomoedas, oferece o investimento em bitcoin e ether. A Xtage, plataforma de cripto da XP Investimentos, também oferece apenas bitcoin e ether.

No Mercado Pago, é possível investir em bitcoin, ether e Pax Dollar a partir de R$ 1. A 99 Pay, que fica com a segunda maior oferta entre as empresas mencionadas, promove o investimento em bitcoin, ether, solana, MANA e USDC.

Com a última listagem, a Mynt se torna a líder ao garantir o investimento em bitcoin, ether, solana, cardano, polkadot, chainlink, polygon e USDC.

“Depois de alguns anos atuando na área, optamos por criar a nossa própria plataforma para a compra e venda de criptomoedas. Uma plataforma que tenha toda segurança, usabilidade e suporte de uma empresa BTG Pactual. Começamos no mundo cripto em 2017 e a Mynt é a etapa mais recente dessa jornada”, disse André Portilho, head de Digital Assets do BTG Pactual, em entrevista à EXAME.

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