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A próxima reunião do G7 - grupo que reúne sete das maiores economias do mundo - pode trazer um impulso por parte dos EUA, Reino Unido, Japão, França, Alemanha, Itália e Canadá para a criação de regulamentações mais rígidas sobre criptomoedas a nível internacional, informou a agência de notícias Kyoto.

Juntos, os líderes desses países e da União Europeia delinearão uma estratégia cooperativa para aumentar a transparência no mercado cripto e aprimorar a proteção do consumidor, além de abordar potenciais riscos ao sistema financeiro global, oficiais disseram à agência. A cúpula deste ano está marcada para acontecer em Hiroshima, em maio.

Entre os membros do G7, o Japão já regulamenta criptomoedas, enquanto a regulamentação dos Mercados de Criptoativos (MiCA, na sigla em inglês) da União Europeia deve entrar em vigor em 2024. O Reino Unido está desenvolvendo gradualmente sua estrutura regulatória de cripto, com uma categoria especial para ativos digitais em formulários de impostos recentemente introduzidos, bem como planos para uma libra digital.

Já o Canadá trata os ativos digitais como valores mobiliários, e os Estados Unidos atualmente aplicam regras já existentes para o mercado financeiro tradicional, com alguns antecipando o desenvolvimento de uma estrutura regulatória para o setor cripto nos próximos meses.

Esforços paralelos para padrões internacionais de regulação de criptomoedas estão sendo estudados pelo Conselho de Estabilidade Financeira (FSB, na sigla em inglês), o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês). A informação foi revelada em um anúncio do grupo das 20 maiores economias do mundo, conhecidas coletivamente como G20, durante uma reunião em Bengaluru, na Índia, em fevereiro.

Regulação internacional de criptomoedas

Recomendações sobre regulamentação, supervisão e fiscalização de stablecoins - criptomoedas pareadas a outro ativo - globais, atividades e mercados de criptoativos estão programadas por essas instituições internacionais para serem entregues em julho e setembro. Não está claro, no entanto, qual será o tom geral das recomendações.

Em fevereiro, o FMI divulgou um plano de ação sobre ativos digitais, pedindo aos países a abolição do status de moeda de curso legal para criptomoedas. A oposição do órgão ao uso de criptos como moeda legal é bem conhecida, especialmente desde que El Salvador adotou o bitcoin como moeda oficial em setembro de 2021.

O FMI, no entanto, tem defendido que os países adotem maior regulamentação sobre as criptomoedas enquanto trabalha em uma plataforma interoperável para moedas digitais emitidas por bancos centrais (CBDCs, na sigla em inglês), permitindo transações internacionais.

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