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O fundo negociado em bolsa (ETF, na sigla em inglês) ProShares Bitcoin Strategy atingiu nesta semana o mais novo recorde em relação ao seu total de ativos sob gestão (AUM, na sigla em inglês). Agora, ele soma US$ 1,47 bilhões (R$ 7,25 bilhões, na cotação atual) em patrimônio investido.

O BITO, sigla que representa o fundo, é negociado na Bolsa de Valores de Chicago, uma das principais do mercado e que é sediada nos Estados Unidos. Pelo ETF, é possível obter exposição à criptomoeda a partir de resultados que buscam replicar o comportamento do ativo.

Simeon Hyman, estrategista global de investimentos na ProShares, disse ao CoinDesk que "a demanda dos investidores pelo BITO permanece forte, como mostra o fato do ETF ter atingindo uma nova máxima em ativos sob gestão. Acreditamos que isso mostra a demanda por uma forma familiar, acessível e regulada de ter acesso aos retornos do bitcoin".

Ele destacou ainda que, desde a criação do fundo, o volume diário médio de negociação tem sido de US$ 160 milhões, o que coloca o ETF entre os 5% maiores dos Estados Unidos, o principal mercado de fundos negociados em bolsa do mundo.

A ProShares explicou que o BITO busca acompanhar o preço à vista do bitcoin, o que pode estar ajudando na crescente popularidade e atratividade do produto. Em junho, investidores chegaram a aportar US$ 65 milhões em uma única semana no fundo, a maior entrada do ano.

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ETF de bitcoin

O novo recorde do ETF ocorre em meio a uma disparada no preço do próprio bitcoin. A criptomoeda opera atualmente na casa dos US$ 38 mil, tendo uma valorização acumulada em 2023 acima dos 120%. Com isso, produtos de investimento ligados ao ativo têm sido beneficiados.

A nova alta da criptomoeda ocorre em meio à expectativa no mercado de que a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, a SEC, vai aprovar pedidos de gestoras - incluindo a BlackRock - para lançarem ETFs de preço à vista de bitcoin, atualmente indisponíveis no país.

As projeções em torno desses fundos apontam um alto potencial de atração de capital de investidores institucionais, algo que tem sido comprovado pelos recordes recentes de ETFs já disponíveis, como o da ProShares, e no mercado de futuros envolvendo a criptomoeda.

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