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Bitcoin segue 'pressionado' e cai para US$ 74 mil

Maior criptomoeda do mundo apresenta queda significativa e especialista aponta "pressão" nos mercados

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Mariana Maria Silva
Mariana Maria Silva

Editora do Future of Money

Publicado em 27 de maio de 2026 às 12h07.

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Nesta quarta-feira, 27, o preço do bitcoin caiu para a casa dos US$ 74 mil, após um período em que foi negociado "de lado" em US$ 77 mil. Especialistas apontam "pressão" nos mercados de criptoativos enquanto as bolsas norte-americanas apresentam alta.

No momento, o bitcoin é cotado a US$ 74.897, com queda de 2,4% nas últimas 24 horas, segundo dados do CoinMarketCap. Nos últimos trinta dias, a criptomoeda acumula queda de 3,1%.

O Índice de Medo e Ganância, utilizado para medir o sentimento do mercado cripto, sinaliza "medo" em 34 pontos.

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"O bitcoin segue pressionado, mantendo um viés corretivo no curto prazo após perder suportes técnicos importantes, como as médias móveis exponenciais de 50 e 100 dias. O fluxo institucional também continua pesando contra o mercado: os ETFs à vista de bitcoin listados nos EUA registraram saídas de US$ 333 milhões na terça-feira, acumulando retiradas de US$ 2,26 bilhões nas últimas duas semanas, o que mostra uma redução relevante do apetite dos investidores por exposição ao ativo neste momento", disse Gil Herrera, diretor de estratégia e expansão da Bitget na América Latina.

"O primeiro suporte relevante aparece na região dos US$ 74,4 mil. Abaixo disso, o mercado monitora uma linha de tendência próxima dos US$ 71,5 mil, enquanto a região de US$ 68,9 mil pode funcionar como um suporte estrutural mais forte em caso de aceleração da pressão vendedora", acrescentou.

"Além disso, o movimento de alta das bolsas americanas também evidencia uma divergência importante entre ações e cripto. Enquanto os futuros do S&P 500 e Nasdaq renovam máximas históricas impulsionados principalmente pelo setor de tecnologia e IA, o Bitcoin continua enfrentando dificuldade para atrair fluxo comprador, refletindo um cenário mais cauteloso para os ativos digitais no momento", concluiu o especialista.

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