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Bradesco, Itaú e Santander aderem à coalizão que reúne ONGs e agronegócio

Os três maiores bancos privados do país afirmaram que o principal objetivo do movimento é promover um novo modelo de desenvolvimento de baixo carbono

ESG: iniciativa busca oportunidades e sinergias entre a agropecuária e a agenda de proteção, conservação e uso sustentável das florestas (Thithawat_s/Getty Images)

ESG: iniciativa busca oportunidades e sinergias entre a agropecuária e a agenda de proteção, conservação e uso sustentável das florestas (Thithawat_s/Getty Images)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 1 de outubro de 2020 às 17h04.

Última atualização em 1 de outubro de 2020 às 18h31.

Unidos pela pauta de combate às mudanças climáticas, os concorrentes Bradesco, Itaú Unibanco e Santander assinaram a adesão à Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura.

Em comunicado conjunto, os três maiores bancos privados do país afirmaram que o principal objetivo do movimento é implementar ações para promover um novo modelo de desenvolvimento econômico pautado pela economia de baixo carbono e, desta maneira, responder aos desafios das mudanças climáticas, possibilitando avanços concretos na agenda de clima e agropecuária no Brasil.

O anúncio ocorre em meio a uma maior cobrança pelo rastreio da cadeia da agropecuária e os bancos têm sido cobrados a negar crédito para aqueles que desmatam ilegalmente a Amazônia, por exemplo. O rastreio eficaz e fiscalização são alguns dos desafios para se analisar toda a cadeia, do início ao fim.

A coalizão assinada por eles é um movimento multisetorial, composto de entidades que lideram o agronegócio no Brasil, as principais organizações civis da área de meio ambiente e clima, representantes do meio acadêmico, associações setoriais e companhias líderes nas áreas de madeira, cosméticos, siderurgia, papel e celulose, entre outras.

Por meio desse grupo, a iniciativa busca oportunidades e sinergias entre a agropecuária e a agenda de proteção, conservação e uso sustentável das florestas para mitigar as mudanças climáticas.

Motivados pela cobrança cada vez maior por maior ativismo em questões ambientais, em julho as três instituições financeiras anunciaram a criação do Plano Amazônia, focando o desenvolvimento sustentável da região e a proteção da floresta.

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