Economia

Produção de bens de capital sobe 5,9% em outubro

Por Jacqueline Farid Rio - A produção de bens de capital (máquinas e equipamentos), que sinaliza o desempenho dos investimentos, registrou aumento de 5,9% em outubro ante setembro, segundo divulgou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com outubro do ano passado, a produção dessa categoria recuou 16,8%. No ano, a […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h47.

Por Jacqueline Farid

Rio - A produção de bens de capital (máquinas e equipamentos), que sinaliza o desempenho dos investimentos, registrou aumento de 5,9% em outubro ante setembro, segundo divulgou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com outubro do ano passado, a produção dessa categoria recuou 16,8%.

No ano, a produção de bens de capital acumula queda de 22% e, em 12 meses, recuo de 19,4%. Todas as categorias de uso registraram alta na produção em outubro ante setembro. Além de bens de capital, houve expansão em bens intermediários (1,2%), bens de consumo duráveis (5,9%) e bens de consumo semi e não duráveis (1,3%).

Já na comparação com outubro do ano passado, apenas a categoria de bens de consumo duráveis registrou alta, de 2,8%, na produção. As demais categorias, além de bens de capital, registraram queda na produção: bens intermediários (-2,5%) e bens de consumo semi e não duráveis (-0,7%).

Revisão

A gerente de análises da coordenação de indústria do IBGE, Isabella Nunes, explicou que a revisão no resultado da produção industrial de setembro ante agosto, de alta de 0,8% para avanço de 1,8%, foi provocada tanto pela introdução de novos dados na série com ajuste sazonal quanto pela retificação de dados fornecidos por informantes de bens intermediários.

Além da revisão no resultado da indústria geral, foram revisados também os resultados das categorias em setembro ante agosto: bens de capital (alta de 5,8% para avanço 5,0%), intermediários (avanço de 0,8% para alta de 1,4%), bens de consumo duráveis (queda de 1,1% para recuo de 0,7%) e bens de consumo semi e não duráveis (retração de 0,7% para queda de 0,1%).

 

Acompanhe tudo sobre:[]

Mais de Economia

Mercado mantém projeção do IPCA em 2026 após 15 semanas de alta

Estrangeiros gastam R$ 25 bilhões no Brasil em cinco meses e batem recorde

O fim da era das privatizações? FMI vê nova onda global de nacionalizações

Selic só deve voltar a cair após El Niño e alívio do petróleo, diz economista