Economia

Procon-SP: juros bancários ficam estáveis em março

As taxas de juros cobradas pelos bancos no empréstimo pessoal e cheque especial mantiveram-se estáveis no início de março, ante o início de fevereiro, de acordo com pesquisa mensal da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado de São Paulo (Procon-SP), órgão vinculado à Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania do Estado. […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h44.

Priorizar nos meus resultados Google

As taxas de juros cobradas pelos bancos no empréstimo pessoal e cheque especial mantiveram-se estáveis no início de março, ante o início de fevereiro, de acordo com pesquisa mensal da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado de São Paulo (Procon-SP), órgão vinculado à Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania do Estado. É o quinto mês consecutivo que o empréstimo pessoal apresenta a mesma taxa média, e, no caso do cheque especial, o terceiro. No empréstimo pessoal, a taxa média dos bancos pesquisados manteve-se em 5,17% ao mês para os contratos de 12 meses, mesmo porcentual de fevereiro.

Dentre os dez bancos pesquisados, a única alteração foi promovida pelo Bradesco, que elevou a taxa de empréstimo pessoal de 5,34% para 5,37% ao mês, acréscimo de 0,03 ponto porcentual. No cheque especial, a taxa média dos bancos pesquisados manteve-se em 8,79% ao mês, sem alterações entre as instituições financeiras consultadas.

Os dados coletados referem-se às taxas máximas pré-fixadas para clientes não-preferenciais, independente do canal de contratação - para o cheque especial, foi considerado o período de 30 dias. O levantamento foi feito no dia 2.

A pesquisa envolveu dez instituições financeiras: Banco do Brasil (BB), Bradesco, Caixa Econômica Federal (CEF), HSBC, Itaú, Nossa Caixa, Real, Safra, Santander e Unibanco. Na primeira reunião deste ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), em 26 e 27 de janeiro, o órgão decidiu manter a taxa Selic em 8,75% ao ano, nível inalterado desde julho.

Acompanhe tudo sobre:ConsumidoresFinançasJurossetor-financeiro

Mais de Economia

PIB do Brasil cresce 0,5% no 2º trimestre de 2026, puxado pela agropecuária

Orçamento de 2027 prevê aporte de R$ 6 bilhões para os Correios

Governo anuncia salário mínimo de R$ 1.741 para 2027

Governo prevê superávit primário de R$ 18,6 bi para 2027