Economia

Pimentel rebate críticas de protecionismo do Brasil

Segundo o ministro, o Brasil tem acionado com mais agilidade e eficiência os mecanismos de defesa comercial


	O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel: para ele, o Brasil vai defender de forma legítima seu mercado das práticas ilegais
 (Wilson Dias/Agência Brasil)

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel: para ele, o Brasil vai defender de forma legítima seu mercado das práticas ilegais (Wilson Dias/Agência Brasil)

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Da Redação

Publicado em 31 de outubro de 2012 às 17h35.

Brasília - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, rebateu hoje (31) críticas dos países desenvolvidos de que o Brasil adote medidas protecionistas no comércio exterior. Segundo o ministro, o Brasil tem acionado com mais agilidade e eficiência os mecanismos de defesa comercial, porque aumentaram as práticas desleais no mercado internacional.

“Deve continuar e até aumentar esse tipo de crítica porque é uma reação esperada dos países desenvolvidos que enfrentam enormes dificuldades em seus próprios territórios e precisam desesperadamente desembarcar em mercados como o brasileiro. Dizer que é protecionismo os processos antidumping é desconhecer as regras mais elementares da OMC [Organização Mundial do Comércio]”, disse, após participar de reunião de balanço do Plano Brasil Maior.

Segundo Pimentel, o Brasil vai defender de forma legítima seu mercado das práticas ilegais. “Poucos mercados são tão afluentes e abertos como o brasileiro. O Brasil tem alto coeficiente de importação, por isso ele é tão cobiçado, o que não vamos admitir são práticas predatórias e desleais de comércio internacional. A essas práticas reagimos dentro das normas da OMC”, avaliou.

Pimentel participou de reunião para avaliar o Plano Brasil Maior, lançado em agosto de 2011. O plano é dividido em três grandes blocos e um deles prevê medidas de estímulo às exportações e defesa comercial. Os demais têm ações para redução dos custos de trabalho e do capital e de estímulo ao desenvolvimento das cadeias produtivas.

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