Economia

Para FMI, Brasil está menos vulnerável

Apesar da instabilidade que sacode a economia brasileira nas últimas semanas, o Fundo Monetário Internacional (FMI) acredita que o país está menos vulnerável devido aos esforços para redução de sua dívida e geração de superávits fiscais. A avaliação foi feita pelo diretor do Departamento de Relações Externas do FMI, Thomas Dawson, em entrevista coletiva nesta […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 9 de outubro de 2008 às 11h04.

Priorizar nos meus resultados Google

Apesar da instabilidade que sacode a economia brasileira nas últimas semanas, o Fundo Monetário Internacional (FMI) acredita que o país está menos vulnerável devido aos esforços para redução de sua dívida e geração de superávits fiscais. A avaliação foi feita pelo diretor do Departamento de Relações Externas do FMI, Thomas Dawson, em entrevista coletiva nesta quinta-feira.

"Com certeza, há aspectos que tornam o cenário global menos hospitaleiro e mais volátil, mas, se olharmos para o Brasil, em particular, vemos uma redução da vulnerabilidade", diz. Para Dawson, o governo brasileiro adotou uma postura bastante responsável frente à instabilidade dos mercados globais, ao buscar reduzir a exposição de suas dívidas às taxas de câmbio.

Ele destacou os compromissos do governo com as diretrizes macroeconômicas, como a disposição do governo de gerar superávits primários de 4,25% ao ano até 2007. Dawson também considerou "muito racional" a intenção de perseguir uma meta de inflação de 4,5% no próximo ano.

Referindo-se à continuidade do programa brasileiro junto ao FMI no próximo ano, Dawson afirmou que não vê motivos para mudanças na política econômica brasileira, dado o compromisso do governo com horizontes de longo prazo.

Acompanhe tudo sobre:[]

Mais de Economia

Vinho, espumante e vinho do Porto: quanto cada um paga no imposto do pecado?

Estados deixam substituição tributária antes da reforma e obrigam o varejo a refazer contas

Brasil corre risco de recessão em 2027? Veja o que dizem economistas e os sinais da economia

Exportações para os EUA crescem 11,4% em outubro e balança comercial tem recorde