Economia

Obama apoia reforma fiscal defendida por Merkel

Obama e Merkel tiveram uma reunião bilateral após o encontro de dois dias do G-8 em Camp David

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 20 de maio de 2012 às 11h29.

Priorizar nos meus resultados Google

Chicago - A Casa Branca divulgou um comunicado afirmando que o presidente dos EUA, Barack Obama, e a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, concordaram ontem que a zona do euro não deve abandonar seus planos de reforma fiscal, mesmo enquanto busca medidas para impulsionar o crescimento econômico.

Obama e Merkel tiveram uma reunião bilateral, após o encontro de dois dias do G-8 em Camp David. O líder norte-americano pressionou os europeus para colocar a questão do crescimento no topo da agenda, mas a representante alemã tem defendido a austeridade como melhor forma de combater a crise da dívida na zona do euro.

Após a reunião bilateral, um representante da Casa Branca disse que houve um entendimento de que os incentivos ao crescimento "não devem tomar o lugar da reforma fiscal", e que ambos devem "andar juntos". "Há um crescente reconhecimento da necessidade de adotar medidas imediatamente para promover o crescimento na zona do euro, e também para buscar a consolidação fiscal que a chanceler Merkel e outros têm se focado", disse o vice-conselheiro nacional de segurança do governo norte-americano, Ben Rhodes.

Depois do encontro, Merkel e Obama se dirigiram para Chicago, onde ocorre hoje e amanhã uma reunião de cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). As informações são da Dow Jones.

Acompanhe tudo sobre:Países ricosEstados Unidos (EUA)EuropaAlemanhaCrises em empresas

Mais de Economia

Payroll: no mês antes da derrota de Trump no Congresso, 165 mil empregos são criados nos EUA

Lula defende responsabilidade fiscal para atrair investimentos: 'Economia precisa estar arrumada'

Quando começa o imposto do pecado? Cerveja vai ficar mais cara? Veja perguntas e respostas

Reforma tributária não será adiada e começa em 2027, diz ministro da Fazenda