Economia

Inflação medida pelo IPC-S desacelera para 0,39%

A inflação menos intensa nos preços dos alimentos levou à desaceleração do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal

Informação é da Fundação Getúlio Vargas (Getty Images)

Informação é da Fundação Getúlio Vargas (Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 17 de outubro de 2011 às 07h48.

Rio de Janeiro - A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) perdeu força. O índice subiu 0,39% até a quadrissemana finalizada em 15 de outubro, taxa inferior à apurada no resultado anterior do indicador, referente à quadrissemana finalizada em 7 de outubro, quando subiu 0,50%.

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que anunciou hoje o índice, cinco das sete classes de despesa usadas para cálculo do indicador apresentaram decréscimos em suas taxas de variações de preços, entre a primeira e a segunda quadrissemana de outubro.

A inflação menos intensa nos preços dos alimentos (de 0,47% para 0,17%) levou à desaceleração do IPC-S. Segundo a FGV, no setor de Alimentação, foram apuradas taxas de inflação mais fracas e quedas de preços em produtos de peso no cálculo da inflação varejista. É o caso de frutas (de 1,75% para 0,03%), hortaliças e legumes (de -4,42% para -5,47%) e laticínios (de 1,78% para 1,44%)

Outros quatro grupos apresentaram desaceleração de preços. É o caso de Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,57% para 0,44%), Educação, Leitura e Recreação (de 0,20% para 0,14%), Vestuário (de 0,95% para 0,82%) e Despesas Diversas (de 0,40% para 0,35%).

Em contrapartida, houve aceleração de preços em Habitação (de 0,69% para 0,70%) e em Transportes (de 0,12% para 0,13%) no mesmo período.

Entre os produtos pesquisados, as mais expressivas altas de preço foram apuradas em taxa de água e esgoto residencial (2,71%); condomínio residencial (1,31%); e gás de botijão (1,88%). Já as mais significativas quedas de preço ficaram concentradas nos alimentos, como alho (-17,59%); tomate (-9,19%); e abobrinha (-27,32%).

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