Economia

Inflação medida pelo IPC-S desacelera para 0,31%

Essa taxa foi inferior à apurada no resultado anterior do indicador, referente à quadrissemana finalizada em 15 de outubro, quando subiu 0,39%

Informação foi anunciada pela Fundação Getúlio Vargas (Stock.xchng)

Informação foi anunciada pela Fundação Getúlio Vargas (Stock.xchng)

DR

Da Redação

Publicado em 24 de outubro de 2011 às 07h33.

Rio de Janeiro - A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) perdeu força. O índice subiu 0,31% até a quadrissemana finalizada em 22 de outubro, taxa inferior à apurada no resultado anterior do indicador, referente à quadrissemana finalizada em 15 de outubro, quando subiu 0,39%.

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que anunciou hoje os dados, este foi o menor resultado para o índice desde a segunda quadrissemana de agosto deste ano, quando o índice avançou 0,17%.

O enfraquecimento da inflação dos alimentos (de 0,17% para 0,03%) levou à taxa menor do IPC-S. Segundo a FGV, nesta classe de despesa, houve desaceleração de preços em itens de peso no cálculo da inflação varejista, como panificados e biscoitos (de 0,77% para 0,21%), adoçantes (de 2,05% para 0,60%) e laticínios (de 1,44% para 0,98%).

Seis das sete classes de despesa usadas para cálculo do indicador apresentaram decréscimos em suas taxas de variações de preços, entre a segunda e a terceira quadrissemana de outubro. Além de alimentação, é o caso de transportes (de 0,13% para -0,02%), habitação (de 0,70% para 0,64%), despesas diversas (de 0,35% para 0,26%), saúde e cuidados pessoais (de 0,44% para 0,41%) e vestuário (de 0,82% para 0,81%).

Em contrapartida, o grupo educação, leitura e recreação mostrou aceleração de preços, no mesmo período (0,14% para 0,27%).

Entre os produtos pesquisados, as mais expressivas altas de preço no IPC-S de até 22 de outubro foram apuradas em taxa de água e esgoto residencial (1,95%); condomínio residencial (1,49%); e gás de botijão (1,92%). Já as mais significativas quedas de preço foram registradas em alho (-13,31%); tomate (-8,25%); e mamão da Amazônia - papaya (-6,78%).

Acompanhe tudo sobre:EmpresasPreçosInflaçãoFGV - Fundação Getúlio Vargas

Mais de Economia

Reforma Tributária: entenda a mudança em notas fiscais que começa nesta segunda

O mundo está mais dividido que nos anos 1980 — e isso custa 1% do PIB

Japão deve anunciar ação conjunta com EUA para fortalecer o iene

IBS e CBS na nota: veja como será o novo calendário de transição