Economia

IBC-Br sobe 0,43% em 2017 até setembro, sem ajuste

Pela mesma série, o IBC-Br apresenta recuo de 0,65% nos 12 meses encerrados em setembro

Banco Central: resultado ficou dentro das expectativas (Ueslei Marcelino/Reuters)

Banco Central: resultado ficou dentro das expectativas (Ueslei Marcelino/Reuters)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 20 de novembro de 2017 às 10h20.

Brasília - O Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br) acumulou alta de 0,43% em 2017 até setembro, informou há pouco o Banco Central. O porcentual diz respeito à série sem ajustes sazonais.

Pela mesma série, o IBC-Br apresenta recuo de 0,65% nos 12 meses encerrados em setembro.

O índice registrou alta de 0,58% no acumulado do terceiro trimestre deste ano, ante o segundo trimestre, pela série ajustada do BC. O resultado ficou dentro das expectativas apuradas pelo Projeções Broadcast, que iam de +0,40% a +0,70% (mediana de +0,50%).

Na comparação do trimestre encerrado em setembro deste ano com o mesmo período do ano passado, o IBC-Br avançou 1,45% pela série observada. As projeções variavam entre +1,20% e +1,61% (mediana de +1,40%).

Como de costume, o Banco Central revisou dados do Índice de Atividade Econômica na margem, na série com ajuste. Em agosto, o IBC-Br passou de -0,38% para -0,37%. Em julho, o índice foi de +0,36% para +0,42%. No caso de junho, a revisão foi de +0,47% para +0,51%. O dado de maio permaneceu em -0,19% e o de abril foi de +0,16% para +0,20%. Em relação a março, o BC substituiu a taxa de -0,40% pela de -0,43%.

Conhecido como "prévia do BC para o PIB", o IBC-Br serve como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses. A previsão oficial do BC para a atividade doméstica deste ano é de avanço de 0,70%. No Relatório de Mercado Focus, a mediana das estimativas do mercado está em 0,73%.

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